35 semanas

Chegamos à semana 35, hora de começar a tomar o tal do chá de folhas de framboesa que promete tonificar o útero e contribuir para um trabalho de parto mais rápido (ou menos demorado, rs).

O chá é bem gostosinho, então não é nenhum sacrifício. Dado o meu histórico, não custa tentar, né?

Nesta última semana, houve um brotamento intenso de estrias. Embora isso não esteja tirando meu sono (ainda), estou tentando me preparar psicologicamente para aquela barriguinha pós parto linda, bem flácida, com sobras de pele, cheia de estrias e uma diástase de respeito. Oh well… Bye bye, biquini. Hello, maiô. Mas como diria Paulo Cintura, saúde é o que interessa, o resto não tem pressa, rs

Minha playlist pro labor, uma parceria com o marido, está feita (e sendo ouvida as I type), as malinhas da maternidade estão praticamente prontas (faltando somente coisinhas que só dá pra colocar na hora)… Falta só bater uma última máquina de coisinhas do bebê, coisa que só vou fazer quando mais chegar semana que vem, porque certamente vem mais coisa na mala 🙂

Acho que tô até bem tranquila. Não garanto que permanecerei assim uma vez que adentrar no modo trabalho de parto, mas por enquanto tá tranquilo, tá favorável.

Até mesmo o comportamento do Nickito melhorou absurdamente após meu melt down. No domingo, quando fui colocá-lo na cama, ele pediu que eu rezasse com ele. Tão bonitinho, pedindo pelo bebê… Me emocionei. E depois do abraço de boa noite, quando eu apagava a luz do quarto e ia saindo, veio outro pedido: “mamãe, quando você não estiver mais com esse barrigão e estiver se sentindo bem, você pode voltar a deitar comigo segurando a minha mão até eu dormir?” Ai meu coração… de fato, já faz uns meses que eu não caibo mais na caminha dele e esse momentinho nosso antes dele adormecer só rola quando ele consegue convencer o pai a deixá-lo ficar um pouco na nossa cama. Vamos ver como será quando o bebê chegar. Espero que eu consiga dar conta do baby, sem ficar tão exausta a ponto de não ter forças para resgatar aquele momentinho noturno tradicional com os meninos.

E recomeça a temporada das culpas. Especialmente com relação ao Vivi, que está crescendo tão rápido que me dá medo de perder o bonde. Num piscar de olhos ele pode, de repente, se desinteressar pelo aconchego com a mamãe. Ai, não tô preparada 😦


Detalhe besta: estava eu aqui posta em sossego, ouvindo a playlist do baby (que é quase 100% soft-brasileira-perdida-no-túnel-do-tempo), enquanto escrevia este post, quando, de repente começa a tocar o que? Gangnam Style! hahaha Coisas do marido, rsrsrs

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