29 semanas

Após o susto do final das 28 semanas, passei a semana 29 visitando o Hospital. Primeiro uma consulta com um segundo obstetra, com direito a ultrassonografia detalhada, focando no coração e com uma suspeita de arritmia. Depois, consulta com o reumatologista seguida de mais exames que só ficarão prontos em duas semanas.

A boa notícia é que babyzinho(a) voltou a mexer normalmente desde o susto. Tô até achando que a greve de movimentos foi só pra causar, pra mostrar quem é o(a) novo(a) chefinho(a) do pedaço :O)

Sigo com uma tosse chata. O remedinho que o médico receitou pra tomar por 3 dias de absolutamente nada adiantou. Sigo com uma coceira dentro do peito que me faz tossir (e doer muito a musculatura abdominal que está com uma mega diástase) e agora começo a sentir o ouvido direito meio entupido. A novidade é que além disso, comecei também a ouvir meu coração bater no ouvido direito. Chatinho, viu?

Mas reclamar do que se baby tá se mexendo direitinho? 🙂

Semana que vem, é feriado aqui na Coreia (Ano Novo Lunar), então teremos os meninos dentro de casa o tempo inteiro. Challenging! Pelo menos, não terei que acordar cedo, nem me aborrecer com o Nick logo de manhã (o bichinho tá cada vez pior pra acordar e se arrumar pra escola).

Mal posso acreditar que estou entrando na semana 30! Ao mesmo tempo que parece que estou grávida há um ano, parece que tá passando tão rápido. Confuso.

O que sei é que o terceiro trimestre é a melhor fase da gestação. Apesar do tamanho GG da barriga, apesar de todo o cansaço, do andar de pinguim, do incômodo para dormir, da dor no osso púbico, apesar do peso extra (falei que já são 10 Kg a mais??) que me faz cansar subindo ladeiras e escadas, da falta de ar quando falo muito rápido… não há nada que se compare à sensação maravilhosa de ter um baby se mexendo aqui dentro. É impossível não sorrir cada vez que sinto as mexidinhas. Mesmo não sendo fortes, mesmo não sendo tão constantes. E aqui estou eu, sentindo saudades antecipadas de ter um bebê dentro de mim.

Se não me engano, foi nessa mesma época que, durante a gestação do Nick, comecei a desejar o terceirinho. Mas não se preocupem, não há a menorrrrr possibilidade de eu encarar um “quartinho”, rs. Vou curtir bastante esses últimos meses, porque depois desta gestação, cuidado triplicado!

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