Agora são 28

Mais uma semana foi pra conta: agora são 28.

No sábado passado, fomos à primeira das duas tardes de birthing class e preciso dizer que foi ótimo!

É cansativo? É. São 4 horas de aula por vez, mas foi tão, mas tão melhor do que as aulas que fizemos em Bloomintgon, há 11 anos, quando éramos marinheiros de primeira viagem. Tãaaaaaaaaao melhor!

O approach nada hippie, muito mais dentro do nosso estilo, foi um grande alívio. Os casais ali presentes, apesar de massivamente pais de primeira viagem, regulavam a idade conosco, o que me surpreendeu bastante. A instrutora, uma doula americana, mãe de 4 filhos, esposa de militar e super experiente com VBAC (3 dos 4 filhos da própria nasceram de VBAC), me ganhou já na apresentação.

A aula em si foi maravilhosa. Se tivesse feito este curso, com esse approach láaaa atrás, tudo teria sido bem diferente. Mas, a gente passa pelo que tem que passar, né?

dá um look no narizinho e na boquinha aberta ❤

O que sei é que estou me sentindo muito mais segura e confiante. Sinto que desta vez terei o apoio que preciso. Sinto que desta vez, o ambiente e a equipe estão completamente alinhados com minhas expectativas.

Na quinta, fomos a consulta das 28 semanas. Estava preocupada com o nível de líquido amniótico, já que, por causa do Sjogren, meu corpo não produz fluidos como deveria (o que também me preocupa com relação à amamentação, mas uma preocupação de cada vez).

Fizemos a ultrassonografia e, graças a Deus, o que não falta é “água na piscina”. Baby parece estar bem cercado de líquido amniótico.

O coraçãozinho também está ótimo e o baby cresce como deveria. Aliás, segundo a mocinha da ultrassonografia, o baby é grande – pelo menos é que a medida do fêmur indica. Deus me ajude a parir esse bebezão.

Na consulta com o médico, falei sobre minhas preocupações: a tosse e a dor na garganta, aparentemente com fundo alérgico, desencadeadas pela poluição e o terrível flare up que vem me assolando nos últimos meses. A recomendação foi me consultar com meu reumatologista e também com o clínico geral, para verificar como anda o Sjogren e os pulmões/garganta. O principal, segundo meu obstetra, é que, independente da autoimune, eu esteja me sentindo bem, com bastante energia, para o trabalho de parto que como dizem é praticamente uma maratona. E, sinceramente, não tenho me sentido nada preparada para uma maratona… Ao mesmo tempo que a Birthing Class me deixou muito mais segura, a minha condição atual me preocupa. Será que vou aguentar o tranco? E se aguentar, será que vou ter uma recaída ainda pior no pós parto?

Bom, semana que vem farei as consultas recomendadas e poderei então discutir com meu obstetra as possibilidades reais de parto.

Amanhã, domingo, completo, em tese, as 29 semanas. Ainda tenho muito a resolver antes da chegada do baby, mas tenho esperança que terei tempo para liquidar a longa lista. Veremos 🙂


Em tempo: notaram que o baby perdeu o perfil de Charlie Brown / Whoville character / macaquinho? 😛

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