23 semanas e o tempo que passa rápido e devagar

Sabe o que é engraçado? Mesmo estando no esquema “housewife and mum full time”, o tempo parece estar voando. Outro dia mesmo era julho e estávamos de férias viajando pela Ásia e fazendo planos para as próximas férias sem as crianças. E agora aqui estou eu, em dezembro, com um barrigão e 23 semanas na conta da gestação. O mais estranho é que ao mesmo tempo que parece ter sido ontem, também sinto que estou grávida por uma eternidade já. Vai entender!

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Hoje é sexta, quer dizer, foi, o dia já acabou e eu estou na cama me preparando para dormir. Mamis já dorme e maridinho tá assistindo um filme no iPhone. Os meninos brincam juntos no quarto do Vivi e eu, ouvindo o fuzuê me derreto de amor por essa interação gostosa deles, essa construção de memórias, essa parceria de irmãos que apesar das brigas,diferenças e implicâncias, têm e terão sempre um ao outro. Que sorte a deles!

Eu, ao mesmo tempo que transbordo de amor, ouvindo a interação dos dois, inevitavelmente sofro ao pensar que baby número 3 não terá nada disso. Nem as brigas, nem as parcerias de irmãos. Será filho(a) único(a), com uma distância de 8 e 11 anos dos irmãos.

A cada mexidinha que sinto aqui dentro, penso no “filho(a) único(a)” que ele(a) será e solto suspiro. Será uma experiência bem diferente, sem dúvida alguma. Imagino que, como tudo na vida, terá o lado positivo e o negativo. O problema é que ainda não consegui enxergar o lado positivo e não paro de pensar em como eu não gostava de ser filha única nos meus primeiros 9 anos de vida. Mesmo com todas as vontades feitas, com toda a atenção exclusiva. O vazio era grande e só foi preenchido com a chegada da tão esperada e desejada irmãzinha.

O problema é que depois desta gestação, a fábrica fecha merrrrrrmo. Sem chance de uma nova gravidez para arrumar um parceiro brother camarada. Sem chance de um quarto rebento – a menos que seja adotado. Baby número três será criança em vôo solo e isso parte meu coração.

Mas um problema de cada vez, né? Por ora, o mais importante é sobreviver nessas semanas que faltam (que não são poucas) e driblar o sono e o cansaço que insistem em me derrubar, até porque, a maratona maior ainda nem começou! Ai ai… mais sono me dá só de pensar no que me aguarda.

Quem disse que os 40 são os novos 30, não tinha dois filhos pipocando pela casa + um na barriga rsrsr

Vem nimim, energia! To precisada rsrs

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