20 semanas! Oh my, oh my!!

Barriga gigante (já estou usando maternity jeans), azia aumentando (mas graças a Deus, nada insuportável) e a novidade da vez: na segunda à noite, recostada no sofá, senti pela primeira vez uma mexidinha, um pequeno empurrãozinho (umas 3 vezes). O movimento não apareceu do lado de fora, mas deu pra sentir claramente. Eu e Vivi estamos de prova 🙂

Ai que gosotso! Essa fase é, sem dúvida nenhuma, a melhor! Se eu pudesse, teria sempre um bebezinho mexendo dentro de mim, se esticando, dando chutinhos… Como é gostoso! 

Não vejo a hora disso começar a ser uma constante. Não vejo a hora de ser acordada no meio da noite com um empurrãozinho, um chutinho. E falando nisso, agora é que me dei conta que até hoje não senti o bebê soluçar. Estranho, porque lembro bem dos soluços nas gestações anteriores. Aliás, é impressionante como tudo nessa gestação está sendo bem diferente.  Até mesmo meu corpo e o formato da barriga estão diferentes. Deve ser a idade, imagino, rs

Infelizmente, minha anterior placenta atrapalha sentir o bebê mexer. Acho que só vai rolar aquela sensação gostosa mais pro final da gestação.

Hoje, na véspera de completar mais uma primavera, foi dia de consulta na clínica nova.

A clínica é maravilhosa, o médico é maravilhoso, a recepcionista é maravilhosa, as instalações são maravilhosas, a suíte é maravilhosa… Mas… nem tudo são flores. Nesta minha primeira consulta, a conversa com o médico foi longa e ele explicou bem explicadinho todos os pros e contras, todos os benefícios e riscos de um parto natural no meu caso.

Fiquei tensa. Apesar de, no fim das contas, ele ter dito que tudo indica que sou um caso de baixo risco, mesmo com a idade, a autoimune e o fato do meu último parto ter sido uma cesariana de emergência, mesmo ele dizendo que nos últimos 4 anos não houve um caso sequer de morte de mãe ou de bebê na clínica, mesmo ele dizendo que eu terei todo o suporte da minha midwife particular durante todo o processo, mesmo ele dizendo que ao entrar em trabalho de parto, ele estará 24h me acompanhando, mesmo ele falando de todos os benefícios do parto natural, ainda assim, fiquei muito balançada com as informação sobre a ruptura uterina. Muito embora meus pontos de oito anos atrás já tenham cicatrizado, estou em pânico com a possibilidade da tal ruptura, porque, segundo o médico, que não mediu palavras e colocou as cartas todas na mesa, uma vez que uma ruptura acontece, a cesária tem que ser feita em 30 minutos, ou seja, o anestesista precisa estar a postos a cirurgia precisa estar completa dentro de 30 minutos contados do momento da ruptura (e isso inclui o tempo de anestesia). Se levar mais do que isso, bebê e mãe correm altíssimo risco de não sobreviverem. Pânico define.

Marcar ou não marcar uma cesariana? Arriscar ou não arriscar um parto natural?

De verdade, não sou contra cesariana, mas por tudo o que tenho lido, sou contra tirar o bebê antes de entrar em trabalho de parto. Queria pelo menos começar a sentir as contrações chegando naturalmente, saber que o bebê está realmente pronto para chegar. O problema é que meus bebês nunca vieram antes das 40 semanas (Vivi com 40 e Nick com quase 42) e no caso de um VBAC, quanto mais o bebê demorar a sair e quanto maior ele for, maior a probabilidade do parto natural não ser bem sucedido. 

Olha, são tantas coisas a considerar, tantos poréns, que está realmente difícil decidir. Por enquanto ainda posso ir com a correnteza, mas chegará o momento da decisão e hoje, depois dessa consulta, eu realmente não tenho a menor ideia do que é melhor fazer.

Mas por enquanto, o que interessa é que baby número 3 está bem, crescendo e se mexendo bastante (por mais que eu ainda não sinta com clareza, por conta do posicionamento frontal da placenta). Além disso, ao que tudo indica, tudo também está nos conformes comigo. 

Na consulta das 24 semanas, no final de dezembro, farei aquele teste que identifica uma possível diabetes gestacional, aquele que eu sempre passei raspando nas minhas gestações anteriores… Rezando pra que não seja reprovada, nem fique em recuperação. Infelizmente tenho comido mais doce do que deveria, o que tem deixado minha boca bebem seca.

Muitos eventos de fim de ano. Muitas sobremesas, brigadeiros, bolos… Todos os dias, como alguma coisa açucarada, às vezes um mingau de aveia, às vezes um brigadeiro, às vezes bolo recheado, às vezes um pedaço de goiabada… Pra quem não estava comendo açúcar nem no iogurte, isso é uma grande mudança 😦 Mas essa gestação está despertando a Erica doceira. Oh my, oh my!

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