Ansiedade é isso aí

Noite passada, capotei na cama devia ser umas 9 da noite. Pura exaustão.

Muito embora eu estivesse comprometida com meu inabalável sono, pude notar a inquietação incomum do marido que, além de ter ido pra cama bem mais tarde, se mexia e levantava com aquela frequência que só uma pessoa insone e ansiosa faz. Meu sono era tão grande, tão implicante, tão gigante, que me enfeitiçou, me impedindo sequer de perguntar o que estava rolando.

Mas nem precisou. No meio da madrugada, senti um vulto se aproximar, uma presença impaciente pairando sobre mim. De repente, veio um toque. Era ele, meu digníssimo, ansioso, querendo compartilhar comigo a resposta de um email que havia enviado.

Aí eu pergunto: ele poderia ter esperado até de manhã? Aparentemente, não, né? rsrs

Minha sorte é que meu cansaço/sono era tão intenso, que nada poderia me abalar. Abri os olhos ligeiramente, recebi a informação e, sem proferir uma só palavra, voltei pros braços de Morfeu.

Até às 5 da matina, isso mesmo, cinco da madrugada, quando novamente fui acordada com updates sobre o assunto, assim, a sangue frio, como se acordar uma pessoa às 5 da manhã foi a coisa mais natural do mundo.

Mais uma vez, recebi a informação, balbuciei alguma coisa (acho) e voltei a dormir, afinal ainda tinha uma hora até o despertador oficial tocar.

Depois sou eu a pessoa ansiosa da família…

 

 

 

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