Aquele desânimo

Hoje, segundo me informa meu calendário da gestação, estou completando 6 semanas, mas a verdade é que só vou saber mesmo amanhã, na minha primeira consulta com o Obstetra.

Até semana passada, estava chorando rios, por tudo e por nada. Fomos assistir Incredibles, chorei até ficar com o nariz entupido. Mas chorei só de olhar pro bebê, sem que nada na cena fosse realmente emocionante. Dias mais tarde, assistindo Mamma Mia, chorei de soluçar, até esvaziar a caixa d’água. Tudo me emocionava, até o que era engraçado me trazia água aos olhos.

Pensei que esta  seria a gestação das águas, até que… parei de chorar. Parei de emocionar. Tô quase apática e com um desânimo nunca experimentado por esta que vos escreve.

Sigo sem cólicas, nem enjôos, nem azia, nem dores de cabeça, nem qualquer outro sintoma além dos seios doloridos que já começam a causar desconforto para dormir de bruços.

Não me sinto grávida. Nem um pouquinho. Na verdade, os únicos momentos que me lembro que tô grávida são, quando eu tomo o ácido fólico pela manhã e quando vou fazer xixi, porque sempre-sempre-sempre checo se não há nenhum sanguinho no papel. Paranóias de grávida “madura”. Talvez. Mas o fato é que tô sempre “esperando” que algo aconteça.

Estou eufórica com este meu estado interessante? Temo dizer que as preocupações são tantas que ainda não consegui ficar feliz. Tô em constante estado de tensão, esperando que algo saia dos trilhos, que algo dê errado, mas até agora, graças ao bom Pai do Céu, tudo em ordem. Que permaneça assim. Amém.

Meu desânimo e apatia são tão fortes que nem uma ida à IKEA conseguiu me animar (sim, normalmente, ir à IKEA me deixa pumped). Fui para comprar as argolas para a cortina do banheiro, mas acabei dando uma voltinha pelo show room, na esperança de me sentir melhor, mais animada… na pior das hipóteses, pelo menos pegaria um ar condicionado básico, já que em casa tá a sucursal do inferno . Mas foi em vão. Passar pela seção de bebês, quando muito, me fez ficar mais nervosa e angustiada. Acho que estou precisando de notícias mais concretas sobre esse serzinho que habita em mim. Notícias boas, claro.

Vamos ver como rola a consulta amanhã. A tensão é grande.

Understatement

Dizer que eu tô apreensiva, insegura e nervosa é um understatement. Tô mesmo é desesperada, com um frio na barriga monstro que meditação nenhuma ameniza. Durmo tarde e acordo cedo todos os dias já com meu amigo frio na barriga. 

Ah, Erica, mas por que isso? Você sempre quis o terceirinho! Tá nervosa por que?

Ora, talvez seja porque eu estou com 40 (risco), ou porque eu tenha Síndrome de Sjogren (mais risco), ou porque não tenha sido planejado, ou porque os meninos estejam numa fase dificílima, brigando por tudo e por nada e me estressando o tempo inteiro, ou porque eu more na Coréia e não fale a língua, ou porque a gente talvez se mude ano que vem para outro país, com um recém nascido nos braços e tenha que enfrentar 24 h de vôo + uma casa vazia com um bebê recém nascido e outros dois moleques… Fora isso, realmente, não tenho porque estar assim tão… overwhelmed.

Sem falar que eu acordo todos os dias achando que posso ter um aborto espontâneo, coisa que eu nem sei como é. 

Mas até agora, tudo se mostra muito tranquilo, muito favorável e, talvez, só talvez, eu esteja mesmo overreacting. 

Tirando a menstruação que não veio e o dolorido e inchaço nos peitos, o único outro sintoma que se apresentou até agora foi choro solto. Noutro dia fomos assistir Incredibles 2 e chorei baldes o filme inteiro. Tem sido assim. Meu nível de manteiga derretida subiu horrores nas últimas semanas.

Mas fora isso, tudo normalzinho. Nem sinal daqueles cassinos sintomas de grávida. Será que passarei impune desta vez? Será que isso é um bom sinal? Ou será que não?

Dúvidas, dúvidas e dúvidas. E muito frio na barriga.

Dizer que eu tô apreensiva, insegura e nervosa é um understatement.


Em tempo: fato interessante, há alguns meses eu vinha tendo um caso sério de TPM, nunca visto nesta casa, nem nas anteriores. Uma semana antes da bendita vir, me trasformava no ser mais tolerância zero do universo, com os nervos à flor da pele. Mês passado não rolou. Eu devia ter suspeitado, né?

Master Chef Junior

Ontem à noite teve competição aqui em casa. Colocamos os meninos para fazer o jantar.

Separei os ingredientes, dei opções de temperos e os meninos colocaram a mão na massa. 

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Foi tenso? Muito!

Vi, várias vezes dedinhos na iminência de serem cortados e mãozinhas sendo queimadas.

Mas tudo ficou bem no final e tivemos um jantar gostosinho.

Vivi ganhou no quesito melhor tempero. Nickito, no quesito criatividade.

Todo mundo saiu ganhando.

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Reações

Hoje foi dia de encarar mais uma ultrassonografia da mama, com frio na barriga, rezando pra não ser nada além dos meus benignos cistos de sempre.

Ultra feita, fui imediatamente encaminhada para a sala de raio x para uma outra mamografia, porque a densidade da mama não permitia uma clara visualização (detalhe, foi exatamente por isso que eu fiz a ultrassonografia, porque a mamografia anterior não foi suficiente). Obviamente, parei na porta e disse que não poderia, já que havia acabado de descobrir que estava grávida. Olhos arregalados me encararam descrentes. A mocinha foi checar com a responsável (ouvi risos!) e voltou dizendo que tudo bem, eu não precisava fazer e poderia retornar para a clínica internacional (tudo isso num very broken english). Voltei  para a clínica, onde tive minha consulta com minha nova GP (que me pareceu bem ignorante). 

Contei pra ela o motivo de eu não ter feito a mamografia e naquele momento, ela congelou atônita por alguns segundos. Após se recompor, insistiu, disse que a radiação era mínima e que não afetaria o bebê, mas, ao ligar para o departamento de raio X, eles disseram que não iriam fazer, porque seria somente por desencargo de consciência já que todos os cistos aparentes eram benignos.

A GP ficou então olhando pra mim speachless e eu perguntei: você não vai pedir um beta HCG pra confirmar a gestação? 

– Ah, você quer fazer o exame? posso prescrever…

(oi? como assim “você quer fazer o exame?”?)

Como vi que daquele mato não sairia cachorro, passei pra ela uma listinha de testes sanguíneos que eu precisava fazer por conta do Sjogren. Ela, lendo, pareceu bem ignorante. Copiou os nomes dos exames e preparou o pedido.

Aproveitei a consulta para perguntar se era seguro continuar tomando meu flaxseed oil 3 vezes por dia e ela, literalmente, me respondeu: “não sei”. Veja bem, isso num dos hospitais universitários mais bem conceituados do país.

Já descrente, perguntei sobre que suplementos eu deveria tomar, citei ácido fólico e vitaminas pré-natal e ela fez cara de paisagem. Acho que ainda estava em choque, com cara de boba. Muito annoying.

Insisti, perguntei qual a dosagem de ácido fólico seria adequada pra mim (over 40, sjogrens syndrome…) e ela me respondeu o que? “Não sei”. Ainda teve o desplante de perguntar para a residente que assistia a consulta se ela sabia qual a dosagem de ácido fólico é aconselhada para grávidas. A residente, que estudou na Alemanha, também não sabia. 

Tá certo, elas não são ginecologistas, mas na Austrália, os GPs acompanham a gestação até o fim do segundo trimestre. Como na Coréia, uma GP não sabe sequer a dosagem de ácido fólico recomendada para gestantes?

Já sem ar, perguntei se eu deveria tomar vitamina prenatal e ela respondeu com uma cara de totalmente perdida no espaço: “pode ser”. Ao que eu perguntei, sei lá porque, “você sabe me indicar alguma?”. Adivinha qual foi a resposta?

Anyway, no apagar das luzes, ela quis marcar uma consulta com a ginecologista do hospital, ao que eu disse “não, obrigada”.

Fui embora ser espetada e fazer xixi no potinho. Acho que pelo menos os exames eles fazem direito, né?

O impressionante é que eu só tive o resultado do exame de urina. O beta HCG só Deus sabe quando. 

Mas as reações não param por aí…

À tarde, fui a minha consulta na clínica de medicina tradicional coreana fazer minha acupuntura. Obviamente, tive que contar pra ele também. 

A reação?

Quer saber mesmo?

Uma gargalhada! Uma não, duas! Ou três.

Ele não se conteve e após arregalar os olhos, soltou um riso tao alto que ecoou nos corredores. Respirou um pouco e de repente soltou outra risada. Tenho quase certeza que rolou uma terceira.

Fora isso, nenhuma outra reação ou comentário.

Veja bem como é a vida, uma mulher de 40 ao contar que está grávida, em vez de receber os parabéns, recebe cara de choque ou gargalhada ou as duas coisas. 

Esses nove meses serão longos. Mas se Deus quiser, com um outcome positivo. #muitarezanessahora

Ooops!

Nossas férias de verão terminaram e, desta vez, trouxemos, além dos souvenirs e comprinhas, algo mais impactante: a garantia de que nossas vidas irão mudar completamente. É bem provável que, para desespero do Nickito viajante, o Vietnã tenha sido nossa última grande viagem em muito tempo.

Veja você que peça a vida nos aprontou: terceirinho vem aí. Isso mesmo, minha versão 4.0 está, as we speak, produzindo mais uma fornada. What are the odds?

Foi planejado? Não! De maneira nenhuma.  Já estávamos até planejando uma viagem a dois!! 

Demos mole? Aparentemente, né?

Férias, caipirinha, massagem, mais caipirinha, outra massagem, praia, comilança, piscina… quartos separados das crianças…. oh well… 

Hoje, após 5 dias de atraso, tivemos a confirmação, duas listrinhas bem nítidas diziam que não, meu atraso não era sinal de um início de perimenopausa (sim, cogitei essa possibilidade. Isso e ovário policístico), mas de bebê no forno. 

Se eu estou eufórica? Well, not yet. To é tensa demais! 

Veja bem, todo mundo sabe que eu sempre quis o terceiro (o Thomas, lembra?), maaaas o tempo passou, a idade aumentou, a energia diminuiu e os sintomas do Sjogren volta e meia se manifestam fortemente. Fosse essa gravidez 2 anos atrás, eu estaria chorando de alegria/emoção, mas hoje, confesso que estou de cabelo em pé. Só consigo rezar pra que, vingando essa gravidez, nosso terceirinho venha com saúde, especialmente porque eu passei uns 4 dias tomando drinks na piscina nessa última semana! Pânico. 

Aliás, fiz tudo o que grávida não deve fazer, até em montanha russa eu fui. Tomei suco com gelo na rua, comi salada crua na rua, volo com gema mole… imagina como não está minha cabeça?

Mas o mais interessante disso tudo foi como recebi o anúncio de que eu estava grávida. Sim… 

O anúncio. 

Estava eu dormindo na Santa paz, quando, no meu sonho, minha sogra, que não está fisicamente entre nós há 5 anos, me dava uma carona, no ex carro do Mauricio e, olhando para a parte de trás do meu antebraço (eu sei, estranho) me diz: “ih! A família vai aumentar!” ao que eu imediatamente respondi: “que isso! impossível! Minha menstruação já começou a chegar” (e naquele momento, sonho e realidade se misturavam, porque, de fato, na noite anterior, eu tive um spotting, coisa comum no meu início de menstruação). Mas Soninha não aceitou a informação e, não só ignorou como enfatizou: “vocês não vão matar esse bebê!” (forte, né? mas foi bem assim).

Eu ainda tentei argumentar que um bebê, a essa altura da minha vida, poderia vir com algum problema, como “sem uma perna” (não me pergunte de onde tirei isso), ao que ela imediatamente retrucou: “hoje em dia tem jeito pra tudo!”. 

Observe que ela não disse que ficaria tudo bem, mas sim que tem jeito pra tudo. Pânico.

Anyway, naquela noite, acordei às três da matina, desnorteada, mas assim que vi o nascer do sol me acalmei e voltei a dormir por mais uma horinha, afinal, minha menstruação não estava atrasada, pelo 

contrário, já tinha até rolado um spot. 

Mal sabia eu que tratava-se da implantação. 

Os dias se passaram, o tal do spotting sumiu e a menstruação não apareceu. Alerta. 

O aplicativo que eu uso para controle do ciclo indicou que eu estava 1 dia atrasada, então resolvemos, só por desencargo de consciência, comprar um teste de farmácia. Fiz o teste e deu negativo. Fiquei até mais leve. Só não pedi outra caipirinha pra comemorar, porque minha boca já estava muito seca.

O problema é que outros dias passaram e nada da menstruação aparecer. Tensão. Será que meu sonho com a Soninha não era um sonho, mas um encontro espiritual para o anúncio?

Anyways, àquela altura eu já estava tensa, lendo mil artigos sobre estar grávida novamente aos 40 e também sobre grávidas com Sjogren (o quadro não é muito animador, não é mesmo?). Até que veio o aviso. Sim…

O aviso.

Era nosso último dia em Hoi An, estávamos na praia, eu, Nickito e marido no mar, enquanto Vivi, na espreguiçadeira sob o guarda-sol, começou a conversar com nossa vizinha de praia, uma australiana simpática que puxou papo com ele do nada. A conversa durou 2 minutos e Vivi logo veio juntar-se a nós no mar. 

Pasme, eles conversaram apenas por 2 minutos e nesses dois minutos, ela contou pro Vivi que tinha 60 anos e um filho de 20, e explicou que “começou” tarde, mas tudo bem. Agora me diga, porque cargas d’água uma pessoa fala sobre isso com um menino de 10 anos? 

Quando Vivi nos contou isso, eu e marido nos entreolhamos com olhos arregalados. Oi?

Mas espera, ainda tem a cerejinha do bolo. Sim…

A cereja!

Estávamos fazendo check-in no aeroporto de Da Nang para retornarmos ao lar, quando, já com tudo certo, bilhetes de embarque em mãos e a gente já se afastando do guichê, a mocinha me grita: “no baby?” Querendo confirmar se eu não estava grávida. Assim, do nada.

Querida, olha bem pra mim, quarentona, com dois filhos crescidos, tô mesmo com cara de grávida?? – pensei.

Marido e eu nos entreolharmos novamente, com olhos ainda mais arregalados. Oi????

“Eu to gorda? Barriguda?? Tá certo que ganhei um quilinho nesse mês de férias, mas poxa, não é pra tanto, né??”

Vivi, puxa-saco, disse que ela deve ter me achado bonita, com cara de nova… e logo depois completou: “vamos acreditar que foi isso, né, mamãe?” Eu mereço rsrs

O fato é que fiquei bo-la-da. A-ba-la-da. Des-nor-te-a-da. 

E o pior é que aquela altura, eu já estava 4 dias atrasada. Mas me recusei fazer outro teste. 

À noite, já em casa, notei uma secreção branca leitosa. Fui logo perguntar pro Dr Google que me deu múltiplas opções: gravidez e ovário policístico estavam entre elas. Eu apostei na segunda, já que não estava (nem estou) com nenhum sintoma de gravidez – e eu sempre tive os mesmo sintomas no início da gestação: muita azia, muita fome, muito sono, leve cólica e muita coceira nos seios. Desta vez, nada. Nadica de nada. 

Pois bem, hoje acordamos e fomos ao mercado, porque em casa só tinha água. Após as compras, marido olhou no fundo dos meus olhos e perguntou: “compro outro teste?” Minha primeira reação foi dizer que não, mas ele insistiu e eu acabei cedendo. 

Chegando em casa, preparei o almoço, almoçamos e, finalmente, fui fazer o adiado xixi. 

Eis que as duas listrinhas estavam lá, fortes e evidentes para quem quisesse ver. É oficial: estamos grávidos. 

Agora seja o que Deus quiser, não é mesmo?

Amanhã tenho uma ultra da mama que tava marcada há um mês, seguida de consulta com minha GP. Vamos ver o que rola. 

Boa sorte pra mim. Pra nós. 

Fim de férias

É, acabou. Há quem diga que já era hora de voltar pra realidade né? Estamos fechando as malas e voltando pra casa. Nosso forninho sem ar condicionado nos espera. To rezando pra que o ar não esteja poluído e nos possamo,s pelo menos, dormir com as janelas abertas, senão vai ser sinistro. 

O bom é que depois de tantos noites em hotéis bookados pelo hotels.com, ganhamos duas noites de graça para fugirmos do calor quando a coisa ficar insuportável.

E lá vamos nós de volta!

Hoi An: sétimo e último dia

Último dia, finalmente a festa chegou ao fim. Hoje dividimos nosso dia entre a praia  e a old town, para desespero das crianças que queriam mesmo era fica na piscina. 

Eles super curtem a praia, mas já estão cansados de andar pela cidadezinha vendo as mesmas coisas. O azar deles é que eu não me cansei rs

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Infelizmente nossa voltinha pela cidade foi abreviada pela dor de cabeça do Vivi. O pobrezinho, desde que passou a pior fase da gripe, ficou com um resquício de tosse e uma dor de cabeça, segundo ele, forte nas laterais. Só passa com paracetamol (que a gente dá meticulosamente). 

Saindo da praia, fomos pro hotel apenas pra tomar banho e já partimos em direção à cidade para almoçar. 

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O almoço da despedida foi num restaurantezinho caseiro (caseiro mesmo, parecia a casa da praia), num bequinho, onde o casal prepara a comida fresquinha na hora. 

Tudo muito gostosinho a um preço super módico. Este foi o mais próximo que chegamos da comida popular, já que preferi não arriscar comer street food.

“Ah, Erica, que frescura! Sério que você não experimentou street food??”

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Sério. E talvez você também não experimentasse se tivesse visto, como eu vi, a maneira que os utensílios e loucas são lavados: à beira do rio ou em bacias nas calçadas. Acho que meu estômago não tá preparado pra um mergulho cultural tão profundo. 

Após almoçarmos, fomos dar uma voltinha e apreciar o sol baixando no horizonte. Foi a primeira vez que andamos pela cidade no entardecer. Lindo!

Hoi An não é o tipo de cidade que se visita somente uma vez. Ela pede retornos. É uma versão de terceiro mundo asiático das cidadelas no sul da França. Menos limpinha e muito mais barata 🙂

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Encerramos nossa noite tomando um Mot, nossa bebidinha local favorita ( que custa apenas alguns centavos o copo) que eu nem sei se chama-se Mot mesmo ou se este é apenas o nome do cafe. O que eu sei é que resolvemos  tentar (nos não, marido tentou) a versão de outro vendedor e o gosto não tinha absolutamente nada a ver. Era horrível! Não adianta, você tem que ir onde a fila está. 

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Agora preciso encontrar a receita original pra fazer em casa 🙂

Agora sim, acabou-se o que era doce. 

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A partir de amanhã, nossos posts voltam à programação normal.