Hoi An: primeiro dia – a outra face do Vietnã

Ah, Hoi An… você não me decepcionou 🙂

Eu sempre fico apreensiva quando quero muito conhecer um lugar. Quanto maior a expectativa, maior pode ser a decepção, não é mesmo? Mas Hoi An é linda, simpática, amarela e… barata 🙂

Acordamos depois de uma noite muito bem dormida, tomamos nosso breakfast (o melhor da viagem) e pegamos as bikes pra ir ao centro do vilarejo. 

Na hora de parar as bikes, queriam nos cobrar estacionamento, pode isso? 

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Mas claro, não sucumbimos. Seguimos andando e paramos num muro, junto a outras bikes. O preço? Free. Ou quase. Quem nos mostrou a possibilidade foi uma simpática vendedora que, sem perder tempo, nos levou pra lojinha dela de roupas sob medida. 

Ha muito tempo não sentia o comichão do consumismo, mas andar pelas ruas de Hanoi está despertando o gigante há muito adormecido rsrs. Tudo muito barato. Tão barato que estamos pensando em comprar uma outra mala. Marido quer comprar 2 ternos, dois sapatos sociais, cintos, gravatas e uma mochila de couro (pelo menos). E eu que comprar bolsa, sapato, vestido… tudo sob medida. Um luxo. Como a vendedora mesmo nos alertou: em Hoi An você só se arrepende de não ter comprado mais rs

Mas hoje não foi dia de comprar nada, foi dia de reconhecimento do terreno 🙂 dia de nos encantarmos pela doce Hoi An, que mais parece uma cidadezinha cenográfica da Disney Sea.

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Depois de passearmos pela cidade, voltamos pra curtir uma piscininha, naquele estilo preguiçoso, tomando drinks (a caipirinha daqui é boa pra caramba!) e petiscando. Rolou também uma massagem vietnamita i-ra-da. Mais de uma hora de puro relax, com direito a uma facial que, não sei como, teve efeito de botox! Claro que o resultado rejuvenescedor  é por tempo limitado (2 dias talvez rs), mas levei até um susto (bom) quando me olhei no espelho 😛

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À noite fomos passear pelo centro antigo e mergulhar nas ruas coloridas pelas lanternas. Coisa linda também é o rio que corta o centrinho. À noite, ele fica mais especial, com barquinhos iluminados e pequenas lanterninhas de papel que navegam ao lado deles. Tudo lindamente coreografado pro turismo. 

Geralmente, não curto cenários orquestrados, prefiro viver a vida real dos lugares, entretanto, a atmosfera aqui é tão envolvente que me faz esquecer que é feita pro turista. To encantada.

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O jantar foi num indiano mara, mas a comida era tanta que não demos conta (Erica, quem te viu e quem te vê!). Saímos de lá rolando! Dava, tranquilamente pra ter pedido a metade, até um terço do que pedimos. É tudo tão barato aqui, que a gente acaba enfiando os pés pelas mãos.

Oh well, fica a lição: sempre perguntar se o prato serve 2 pessoas. 

PS. To achando que não vou resistir ao programa turistão e vou embarcar num barquinho numa noite dessas para uma voltinha de 30 minutos. Let’s see…

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