Hanoi: quinto dia – colocando o roteiro em dia

Hoje foi dia de fazer tudo o que não vingou nos dias anteriores. Bom, quase tudo. Ainda ficou faltando o complexo de Ho Chi Min e o templo de Tram Quoc. Esses ficarão para nosso último dia aqui.

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Começamos, finalmente visitando o Templo Ho Hoan Keim, depois seguimos para uma voltinha pelo French Quarter, que de fato tem ares bem franceses. Adorável! Não fossem as incontáveis motocas e as capas de chuva a la saco de lixo, poderia ser uma cidadela francesa.

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Almoçamos num restaurante bem local, mas bem avaliado por estrangeiros. Restaurante de um prato só. Mas como disse um dos reviewers no Foursquare, ”é só o que você precisa”. E foi mesmo. Peixinho fantástico preparado na mesa. Arrasô. 

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O garçon não apenas preparou o prato em nossa mesa, como nos mostrou como deveríamos comer. Pegou, com a mão, claro, cada ingrediente e colocou em nossas tigelas na medida certa. Nickito e Vivi quase tiveram um treco, hahaha

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Na sequência, fomos passear pelo mercadão no Old Quarter, observar a vida como ela é nessas bandas. Observar o povo que, faça chuva ou faça sol, está sempre ocupado, trabalhando, vendendo frutas, ou indo de um canto a outro sobre duas rodas motorizadas ou não.

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Impressionante olmo as frutas e vegetais são baratos e ainda assim, há tanta gente almoçando somente uma tigela de arroz 😦 É um misto de riqueza (na variedade) e pobreza incrível.

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Como não podia deixar de ser, passamos pela famosa “rua do trem”, um rasgo entre as casas, por onde o trem passa duas vezes no dia.

Este era um dos lugares que eu mais queria ver de perto em Hanoi. Entretanto, saí de lá um tanto desconfortável, com a sensação de estar invadindo o dia a dia real e sofrido das pessoas que moram ali, a um respiro da linha do trem. Com a sensação de de estar romantizando o que não pode ser romantizado. Ninguém merece viver assim. Mas sabe de uma coisa? Nesta mesma “rua”, pessoas encaram a vida de formas diferentes. Há quem, literalmente, jogue baldes de água nos turistas passantes (alguns muito curiosos e inconvenientes, sim), mas há também aqueles que fazem limonada dos limões e enxergam a oportunidade, transformando a situação precária em ganha pão, oferecendo banquinhos e vendendo bebidas para os turistas que querem ver o trem passar. Há sempre aqueles que preferem ver o lado bom das coisas.

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Pelas ruas de Hanoi, encontramos muitos tesouros, mas quase todos em estado de conservação deplorável. Jóias decadentes. Muitas vezes, nem mesmo os templos escapam  da falta de manutenção. O estado não é tão grave quanto o das edificações privadas, mas ainda assim, evidenciam o caráter terceiro mundo do lugar. Apesar disso, a beleza é indiscutível e tocante.

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À noite, fomos assistir o famoso Water Puppet show, uma apresentação tradicional do país. O programa é turistão, mas foi bem bonito e interessante.

Aquela região da cidade à noite é bem bacana também. Mesmo entre secos e molhados, as crianças curtiram a night de Hanoi e nós pudemos ver a beleza da ponte vermelha iluminada.

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Para encerrar nosso longo dia, fomos dar uma voltinha pelo Night Market, onde fizemos umas mini comprinhas e paramos para tomar um suquinho de maracujá básico, sentados nos clássicos banquinhos miniatura, patrimônio da cidade 🙂

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PS. Parece que estamos morando aqui há 2 meses e não visitando há 5.

PS2. Marido gripou

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