Hoi An: quarto dia

Hoje acordei ainda de madrugada por conta de um sonho que me tirou o sono, mas ganhei de presente o nascer do sol lindo que surgiu atrás das montanhas. Senti uma gratidão profunda por tudo, por todas as escolhas (mesmo aquelas com consequências não desejadas) que me trouxeram até aqui. Assino embaixo de todas as escolhas, assumo, na íntegra a responsabilidade por cada uma delas e abraço as consequências. É verdade que não se pode ter tudo nessa vida (não ao mesmo tempo), mas sou absolutamente grata por tudo o que tenho. E não estou falando de coisas materiais – se bem que as fotografias que coleciono de todos esses anos, desde que conheci minha outra metade, são matéria, né? Elas, juntamente com as entradas nos meus blogs, são meu bem material mais precioso.

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Anyways, hoje foi dia de ir às compras.

Dois sapatos sociais, dois cintos e um terno. Tudo feito sob medida. 

Pra mim só consegui encomendar uma sandália de couro. Se ficar boa mesmo, encomendo outras 🙂

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Ainda quero comprar uma bolsa e uns vestidinhos, mas o prazo das crianças venceu. O sol estava forte, o Vivi com uma dor de cabeça forte (possivelmente uma sinusite), então não quis forçar a barra. 

Amanhã, voltaremos pra provar as encomendas, daí aproveito pra arrematar às compras. 

Hoi An: terceiro dia

Que alegria, mais um dia de sol em Hoi An. Vamos a la playa?

Se é pra relaxar, não há nada melhor do que uma praiana descompromissada, sem hora pra nada, né não? 

A praia tava uma delicia, o mar na temperatura certa, a água de coco maravilhosa, os petiscos gostosinhos… as crianças felizes de vida brincando livremente, tudo perfeito. 

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No meio da tarde pegamos o free shuttle pra voltar pro hotel e nem subimos, ficamos direto na piscina nessa vidinha marromeno 🙂

À noite, Back to the old town pra ver como é a night life numa segundona. 

Lotada! A turistada toda marcando presença nas ruas e ao longo do rio. Tá decidido, Hoi An é nossa Búzios asiática!

Até o marido que não é de se emocionar com lugares, não para de repetir “nossa, muito bonito isso aqui”, “to adorando esta cidade”, “já to pensando em voltar”. Será que ele finalmente foi mordido pela mosquinha viajante?

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O jantar hoje foi escolhido no olho novamente e não poderia ter sido melhor. Vista linda, temperatura agradável e comida maravilhosa. Pedi um Hoi An set com 4 pratos típicos diferentes. Delícia! 

Já quero voltar 🙂

Depois demos aquela voltinha básica para apreciar o colorido incansável das luzes lanternas. 

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Amanhã é dia de sair às compras.

Hoi An: segundo dia

Hoje, no café da manhã, fomos surpreendidos com voucher para massagens e um jantar à luz de velas. Chique né? Este hotel está se saindo muito melhor que a encomenda. Em pensar que no último minuto, eu quase cancelei nossas reservas para ficar numa pousada… 

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Oh well, começamos o dia novamente, pegando as bikes para ir em direção ao centrinho. Desta vez pelo caminho mais fácil, direto e seguro. Aqui também tem muita motoca, mas os motoristas são menos doidões. Mesmo assim foi meio tenso, não por mim, mas pelo Vivi que, tadinho, enfrentou o caminho pedalando numa bike que mal o permitia apoiar os pés no chão. Nickito foi na cadeirinha, na garupa do papai, living the life, as usual.

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Anyways, o dia tava lindo, o céu aberto e a cidadezinha ainda mais fofa.

O almoço foi petiscado à beira da piscina no hotel, onde passamos a tarde toda. As crianças estão no paraíso. Com a vida que pediram a Deus. Piscina, petisqtuinhos e saquinhos a vontade todos os dias, afinal, eu prometi que essa última parada da viagem seria mais relaxing 😉

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À noite, fomos pra old town com a free shuttle do hotel. Super conveniente 🙂 

O motorista nos deixou do outro lado do centrinho, que é ainda mais fofo e colorido. 

Resolvemos escolher um restaurante sem a ajuda do Foursquare pra variar um pouquinho e demos muita sorte! Comida deliciosa no Ms Vy’s, que também é uma cooking school. 

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Aos poucos vamos aprendendo a malandragem para encontrar bons restaurantes. A regra é mais ou menos essa:

1- veja se está cheio (cheio é sempre um bom sinal)

2- investigue o menu na porta. Se tentarem te convencer a entrar, agradeça e fuja. Bons restaurantes não pressionam cliente. 

Saímos de lá bem felizes e bem alimentadas. Sem o exagero de ontem à noite no indiano mais badalado da região 🙂

Uma coisa interessante é que a noite em Hoi An é linda, iluminada e colorida, maaaaas, o glamour tem hora pra acabar. Às 10 as luzes das pontes e das lanternas se apagam. Os restaurantes encerram o expediente e a cidade se recolhe quase que por completo. Parece estar mandando os turistas embora: vai dormir, galera! 

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Obedientes que somos, pegamos o caminho da roça, até porque os meninos estavam exaustos depois de uma tarde inteira brincando na piscina.

Voltando pro hotel… taxi por 200 mil dinheiros vietnamitas? Não, obrigada. Ando mais um tico e pago 35 no grab. Não é que seja caro (é bem barato até) mas o certo é o certo. Fico danada quando sinto que estão tentando me enrolar. Sou turista mas não sou jeca, caramba. Não venha tentar me empurrar preço inflacionado não, porque eu prefiro voltar andando. 

Mas nem precisou. Só da gente se afastar um pouquinho do centrinho antigo, já conseguimos um grab por 35. Como a gente gosta de gente honesta, pagamos 50 e todos viveram felizes para sempre 😛

Hoi An: primeiro dia – a outra face do Vietnã

Ah, Hoi An… você não me decepcionou 🙂

Eu sempre fico apreensiva quando quero muito conhecer um lugar. Quanto maior a expectativa, maior pode ser a decepção, não é mesmo? Mas Hoi An é linda, simpática, amarela e… barata 🙂

Acordamos depois de uma noite muito bem dormida, tomamos nosso breakfast (o melhor da viagem) e pegamos as bikes pra ir ao centro do vilarejo. 

Na hora de parar as bikes, queriam nos cobrar estacionamento, pode isso? 

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Mas claro, não sucumbimos. Seguimos andando e paramos num muro, junto a outras bikes. O preço? Free. Ou quase. Quem nos mostrou a possibilidade foi uma simpática vendedora que, sem perder tempo, nos levou pra lojinha dela de roupas sob medida. 

Ha muito tempo não sentia o comichão do consumismo, mas andar pelas ruas de Hanoi está despertando o gigante há muito adormecido rsrs. Tudo muito barato. Tão barato que estamos pensando em comprar uma outra mala. Marido quer comprar 2 ternos, dois sapatos sociais, cintos, gravatas e uma mochila de couro (pelo menos). E eu que comprar bolsa, sapato, vestido… tudo sob medida. Um luxo. Como a vendedora mesmo nos alertou: em Hoi An você só se arrepende de não ter comprado mais rs

Mas hoje não foi dia de comprar nada, foi dia de reconhecimento do terreno 🙂 dia de nos encantarmos pela doce Hoi An, que mais parece uma cidadezinha cenográfica da Disney Sea.

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Depois de passearmos pela cidade, voltamos pra curtir uma piscininha, naquele estilo preguiçoso, tomando drinks (a caipirinha daqui é boa pra caramba!) e petiscando. Rolou também uma massagem vietnamita i-ra-da. Mais de uma hora de puro relax, com direito a uma facial que, não sei como, teve efeito de botox! Claro que o resultado rejuvenescedor  é por tempo limitado (2 dias talvez rs), mas levei até um susto (bom) quando me olhei no espelho 😛

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À noite fomos passear pelo centro antigo e mergulhar nas ruas coloridas pelas lanternas. Coisa linda também é o rio que corta o centrinho. À noite, ele fica mais especial, com barquinhos iluminados e pequenas lanterninhas de papel que navegam ao lado deles. Tudo lindamente coreografado pro turismo. 

Geralmente, não curto cenários orquestrados, prefiro viver a vida real dos lugares, entretanto, a atmosfera aqui é tão envolvente que me faz esquecer que é feita pro turista. To encantada.

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O jantar foi num indiano mara, mas a comida era tanta que não demos conta (Erica, quem te viu e quem te vê!). Saímos de lá rolando! Dava, tranquilamente pra ter pedido a metade, até um terço do que pedimos. É tudo tão barato aqui, que a gente acaba enfiando os pés pelas mãos.

Oh well, fica a lição: sempre perguntar se o prato serve 2 pessoas. 

PS. To achando que não vou resistir ao programa turistão e vou embarcar num barquinho numa noite dessas para uma voltinha de 30 minutos. Let’s see…

Cingapura: quarto dia – a despedida

Dia de nos despedirmos da lovely Cingapura. 

Nossa estada foi curta, mas bem cara Rsrs Tudo nessa terra é caro. Mas ao mesmo tempo, tudo é tão lindo, verde, limpo, organizado, conservado. Tudo é tão impressionante. Moraria aqui fácil, fácil. Bem, nem tão fácil assim, porque pra morar aqui tem que “estar podendo”.

Oh well, aproveitamos nossas últimas horas passeando pela famosa e chique Orchard Rd, onde também almoçamos. 

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Detalhe: encontramos lojas oficiais da Melissa (fui literalmente atraída pelo cheiro!!!) e das Havaianas pelo caminho, mas sabe quanto custa um par de Havaianas aqui? Setenta e cinco dólares! Uma Melissa na promô custa 120. Tipo, é amazing ver lojas dessas duas marcar brasileiras que eu adoro aqui em Cingapura, mas o  preço é tão extorsivo que não consigo nem parar pra olhar direito. 

O almoço foi num espaço chamado picnic. Muito bacana o esquema deles. Várias estações diferentes (Asian, healthy, burgers, Mexican…), onde vc faz o seu pedido, escaneia seu buzzer e paga na saída. O ambiente, como o nome sugere, parece uma área de picnic, com gramado artificial, mesas de madeira e o bônus: videogames vintage, totó e até uma cabine de karaokê. Os meninos adoraram.  Aliás, Nickito se apaixonou por Cingapura.  Acho que cansou da carinha acabada de Hanoi rs. Mas uma coisa é certa, Hoi An promete!

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Saímos do Hotel para o aeroporto por volta das 3 da tarde, chegamos em Da Nang já passava das 8 pm e nosso motorista (nosso não, do hotel) já estava lá a postos nos aguardando. Do aeroporto até nosso hotel em Hoi An foi menos de uma hora, apesar do engarrafamento. 

Fomos recebidos com um refresquinho maroto de gengibre e muita atenção. Até demais rs. Nosso quarto, ou melhor, nossos quartos são gigantes, com direito a terraço com vista simpática. Os banheiros, maravilhosos. E o melhor, tudo por um precinho camaradíssima (pra diluir os gastos em Cingapura).

Pro jantar, como já era tarde e o restaurante do hotel já estava fechado, pedimos room service, fazer o que… mas ó minha panquequinha vietnamita de 4 dólares estava maraaaaaa. 

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Ah, Vietnã, assim você me mata 🙂

Mal posso esperar para conhecer the ancient town amanhã!


PS. Cingapura nem parece ser na Ásia. Não tem absolutamente nada que remeta a qualquer característica conhecidamente asiática. Este pequeno país é absolutamente internacional. Restaurantes, lojas, pessoas pelas ruas. Um grande mix de culturas que muito me atrai. Voltaremos aqui. Nem que seja para aproveitar uma conexão.

Cingapura: terceiro dia – “Dia das Crianças”

Dia das crianças 🙂 

Hoje, abrimos mão de um dia de passeios pela cidade para levar os moleques à Universal Studios, em Sentosa. 

Pra ser bem sincera, meio que me arrependi. O parque é bem pequeno, não oferece muitas atrações interessantes e estava bem cheio, apesar de ser um dia de meio de semana. Agora, se eu me arrependi, calcula como Mauricinho ficou? Revolt total.

Só pra ter uma ideia, eu e Vivi ficamos quase 2 horas na fila pra uma das montanhas poucas russas. Tortura. 

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Cheguei a pensar em comprar o tal do Universal express, maaaassss, era mais caro que o ingresso! Um assalto. Anyways, o importante é que as crianças curtiram (curtiram, mas reconheceram que era fraco). 

Passemos o dia quase todo lá e depois fomos conhecer a praia, sentar na areia e ouvir o barulhinho do mar. Nickito ficou fazendo castelos na areia e Vivi ficou tentando a se jogar no mar de roupa e tudo, mas foi impedido pela asma que já estava bem pior àquela altura. 

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O plano era jantar num restaurante na beira da praia, assistindo o sol se pôr, mas em vez disso, saímos de Sentosa em direção ao hospital com o vivi que, por conta da gripe, estava com a asma bem agravada. Deixamos um rim e um fígado lá pra pagar a conta de quase 400 dólares (entre consulta e medicamentos). Fazer o que? Quem não faz seguro paga a conta. A gente nunca faz seguro.

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Agora, pelo menos, acho que a situação está sob controle até voltarmos pra casa. Ainda temos uma semana em Hoi An. 

Férias longas, eu sei. 

Terminamos a noite jantando novamente com nosso casal de amigos  cingapurianos super gente boa, Jimmy e Jenny. Lots of fun 🙂

Muito bacana poder reencontrar amigos espalhadas pelo mundo. 

PS. Tomamos café da manhã caro e safado no Hotel. Não estamos dando sorte com cafés da manhã nessas férias. Na verdade, prefiro mil vezes ficar em Airbnb. Só assim a gente consegue ter mais liberdade, mobilidade. Só assim a gente consegue viver o lugar de verdade.

Cingapura: segundo dia

Oh well, Vivi acordou asmático. Já era de se prever, fazer o que? O pior é que não trouxemos o ventolin, então seguimos rezando, mentalizando pra que não tenhamos que parar no pronto socorro.

Hoje foi dia de bater perna por aí. Marido se surpreendeu com o tamanho de Cingapura, esperava que fosse do tamanho do CBD de Melbourne, rs. Quando viu que um ponto de interesse era longe do seguinte, teve a revelação: hmmm, Cingapura não é tão pequena como dizem! 

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Não mesmo. Cingapura é enorme (tá, menos…).

Começamos pegando um taxi até Kampong  Glam que, detalhe, o taxista não sabia direito onde era. Acho que este nome é referência entre turistas (ou seria entre blogueiros?), mas nada que um googlezinho básico não resolvesse. 

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Achei a regiãozinha fantástica, uma gracinha mesmo. Ruelas de pedestre coloridas, com jojinhas diversas, muros grafitados, uma fofura. Mas, atenção, tudo muito Disse Style. E quando eu digo Disney Style, me refiro ao caráter perfeitinho e cenário, sabe? Nada parece de verdade, tudo parece milimetricamente feito para (re)criar a ambiência desejada. Nada parece ser orgânico. Um verdadeiro contraste com a mega orgânica e desorganizada Vietnã.

Após uma sessão de fotos em alguns do murais fabulosos da região, nos deliciamos num brunch que há muito não experimentava. Um brunch responsa, estilo aqueles que costumávamos ter em Melbourne ou em Barcelona. It felt good 🙂

O preço a gente nem comenta, porque aqui, você deixa um rim e um pulmão em qualquer lugar que vá. Mas como são apenas 3 dias, estamos meio que respirando fundo, fechando os olhos e deixando pra ver a conta no final das férias, assim dilui com o Vietnã.

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A próxima parada foi Little India que, ao contrário de Kapong Glam, é bem menos cenográfica e muito mais realistinha. Os templos indús são tão, mas tão diferentes de tudo que vimos! Achei muito interessante. Infelizmente, começou a chover e de baixo de chuva ficou mais difícil curtir o ambiente. Acabamos encurtando nossa estada e nos abrigamos num shopping nas redondezas até a chuva passar. Quando melhorou, partimos em direção à ChinaTown.

Aliás, que ChinaTown, hein! Acho que nem na China vimos igual, rs. Super conservada, uma gracinha. Ficamos por lá um tempão. Caminhamos pelas ruas, olhamos lojinhas, espiamos dentro de alguns templos… rolou até umas lives no facebook com o Vivi e o papai. Duas figuras :O)

Dia chegando ao fim, deixamos as áreas históricas de Cingapura e partimos em direção a parte moderna: tínhamos um jantar marcado em Clarke Quay com nossos amigos de Melbourne (que na verdade são de Cingapura), Jimmy & Jenny. Gente, outro mundo.

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Encontramos com eles numa espécie dentro gastronômico a céu aberto. Um cenário portuário lindíssimo. Tudo novinho, limpinho, organizado. A minha surpresa foi descobrir que na verdade aquele espaço era de fato uma zona portuária, o especo ocupado por aqueles restaurantes eram os galpões originais que foram reformados. País desenvolvido são outros quinhentos, né não? Impossível não comparar à Zona Portuária do Rio que levou milênios até ser recolocado no mapa e ainda assim, falemos a verdade, tá longe de ser um primor – não me levem a mal,  fiquei super orgulhosa de ver como nosso porto foi transformando, um baita upgrade, mas…

Após um jantar delicioso, saímos para dar uma voltinha pelo rio, ver as modas e… perder o Vivi momentaneamente. Aliás, a última vez que perdemos o Vivi, nossos amigos Jimmy and Jenny estavam conosco. Foi nos Grampians, em Victoria, lembra? Eles devem achar que a gente vive perdendo o Vivi, rs

Desta vez, graças a Deus, não foram horas, mas somente uns minutos de tensão, tudo porque o bonitão do Vivi resolveu passar a frente do grupe e sentar num banquinho meio às escondidas – só pra causar. Quem conhece, sabe. Entrei em pânico por alguns minutos quando notei que ele não estava com o Mauricio e o Jimmy que iam mais à frente.  Isso porque ele havia passado por nós  havia 5 minutos. Ficamos os 5 procurando, onde estaria o Vivi. Só não me desesperei mais, porque estamos em Cingapura, né? País civilizadíssimo (sim, supera em muito a Coréia), mas sei, lá, vai que ele subiu no guarda-corpo e caiu no rio??? Sim, eu considerei a possibilidade. Até que, de repente, depois de irmos e virmos algumas vezes, Vivi foi encontrado. Tava lá, sentado com cara de inocente. Inocente sem vergonha.

Algumas coisas não mudam nunca.

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Passado o susto, seguimos em direção à sobremesa e foi como encerramos nossa noite.

Chegando ao hotel, a grata surpresa: não só fomos transferidos de quarto, como ganhamos um super upgrade. Quarto gigante, com duas camas king plus, salinha de estar e uma vista sensacional (não contei, mas antes estávamos praticamente no térreo, quase na área de serviço, rs). Fiquei super satisfeita.

O Hotel em si, realmente é muito bom, mas como todo hotel grande, acho, o serviço é muito impessoal. Sei lá, me chame de pobre, mas prefiro bed and breakfast, ou melhor ainda, Airbnb 😛 Mas não vou reclamar, não, porque fiquei bem feliz. Se é pra ficar em Hotel, que seja um hotel digno 😉