Quando a poluição não deixa a gente sair de casa…

A gente faz sorvete natural e sem açúcar de melancia, limão e melancia com kiwi e manda os meninos desenharem nas camisetas. Tá, não dura o dia inteiro, mas já ajuda 😉 E só de não começar o dia assistindo tv, nem usando eletrônicos ou jogando videogame (atividades crontroladíssimas), já é um grande estímulo pra eles usarem a imaginação e partirem para atividades mais criativas.

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Rola uma briga, um arranca-rabo de vez em quando? Roooola. Mas acho que é normal, né?

Dias quentes pedem chafariz e melancia!

O verão tá aqui! Chegou com força total, o que dá até um calor na espinha, porque nosso ar condicionado quebrou. Só Deus na causa, viu?

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Mas por enquanto tá dando pra levar. O ar tem estado bom, a poluição resolveu dar uma trégua e tem rolado até uma brisinha.

Mas o bom mesmo é poder passear do lado de fora, curtir uma volta de bike, um chafariz refrescante, uma melancia no parque. Foi isso que fizemos no fim de semana 🙂

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Mesmo sob protestos do Nickito que não queria pedalar de maneira nenhuma, pegamos as bikes e o caminho margeando o rio até o rio maior. Na volta, paramos no World Cup Park para um cenário diferente e relaxamos num mini picnic de melancia :O)

Programação simples, despretenciosa e gostosa – a minha preferida!

Sessão terapia

Muito embora uma de minhas resoluções de ano novo tenha sido desenhar mais (ou voltar a desenhar), a verdade é que este ano mal peguei num lápis, o que é uma pena, porque desenhar funciona como uma sessão de terapia para mim.

O fato é que noutro dia, resolvi, assim do nada, tentar transformar fotos dos meninos em pop art, só que usando lápis e pincel do illustrator, com o mouse mesmo, já que minha prancha digitalizador está impossibilitada por motivo de “perdi o cabo”.

Anyway, para uma primeira vez, até que não ficou tão vexatório, especialmente porque foi feito a jato, de brincadeira mesmo. Claro que se eu olhar esses desenhos novamente daqui um ano, vou achar horrorosos e morrer de vergonha, e é por saber disso que estou deixando registrado aqui, como incentivo para praticar e evoluir 🙂

 

 

Meu pequeno escritor

Nickito, este ano, deslanchou na escrita. Escreveu e ilustrou tantos livros que até perdi as contas. Os livros são curtinhos, mas nem por isso as historinhas deixam a desejar. Têm começo, meio e fim e alguns são até mesmo divididos em capítulos, para melhor compreensão do leitor (ou simplesmente porque ele acha mais interessante ter vários capítulos, rs).

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Ele cria os personagens e os enredos e, muitas vezes, um livro vira uma série.

É o que ele mais gosta de fazer no colégio durante o free time e, claro, a professora adora, fica toda boba e lê de cabo a rabo todas as obras do pequeno, com direito a post-its espalhados pelas páginas com perguntas, críticas e sugestões – coisas que meu mini-autor não curte muito, já que é grande sua dificuldade em lidar com críticas. Com elogios ele lida super bem :O), mas fica frustradíssimo com qualquer crítica, por menor ou mais bem intencionada que seja. E isso não vale apenas para sua escrita, mas para toda e qualquer coisa que ele faça.

Agora, já de férias, Nickito começou um novo livro, ao qual ele está dedicando horas, não apenas com a escrita em si, mas também com pesquisas, para garantir que sua história esteja bem fundamentada.

Eu, apesar de sempre pedir para que ele só me mostre depois de terminado, já dei umas espiadas over his shoulders e a obra parece estar ficando bem bacana – adoro a maneira como ele conta suas histórias e também a forma como ele ilustra!

Claro que  a letrinha poderia ser beeeem mais caprichada, sem erros rabiscados e tal, mas nem me atrevo a criticar meu mini-autor genioso, porque correria o risco dele rasgar tudo e jogar no lixo (como já aconteceu um par de vezes). Como ele, todo o cuidado é pouco quando se trata de críticas. Eu escolho as que faço, a dedo.

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Eu quero muito transformar uma das obras dele num livro de verdade e mandar imprimir e encadernar como tal. Ele certamente ficaria super feliz e orgulhoso. Mas preciso decidir pelo livro certo, nem muito curto, nem muito longo, com a dose certa de ilustrações e a história mais completinha e criativa. Vai dar um certo trabalho organizar o texto, refazer digitalmente as ilustrações inspiradas no traço dele e diagramar tudo num formato que flua e seja de fácil leitura (e agrade o autor, rs), mas estou certa de que valerá a pena 🙂

 

 

antes e depois

Sexta passada, saímos pra dar uma voltinha pelo rio no fim do dia.

Os meninos foram de bike e nós a pé mesmo – ando tão cansada que só de pensar em pedalar, fico com sono.

Eles, claro, saíram em disparada na nossa frente e só foram parar quando chegaram à quadra de basquete.  Sentaram num banquinho e ficaram observando o carinha que treinava, até que, de tanto ser observado, o sujeito perguntou se o Vivi queria arremessar umas bolas. Claro que ele não pensou duas vezes 🙂

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Enquanto Vivi se divertia arremessando, Nickito foi procurar entretenimento em outra freguesia: encontrou umas barras e começou a se pendurar de cabeça pra baixo. Começou na mais baixinha mas logo se graduou para a seguinte.

Estava indo tudo maravilhosamente bem, crianças felizes e tal, até que: cataploft! Nickito caiu de focinho no chão. Caiu feito um filhotinho de passarinho cai do ninho e se arrebentou todo.

Saí correndo para acudí-lo e, chorando, ele veio ao meu encontro, desesperado, gritando: “I don’t wanna be ugly!!” – “eu não quero ficar feio!!!”

Estava aflito, achando ter perdido os dentes da frente, tadinho. Lavei o máximo que consegui os lábios cortados e o rosto arrebentado no bebedouro mais próximo e peguei um taxi com ele até em casa.

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Ele, teimoso, não deixou colocar gelo e o resultado foi parecido com aquele após uma luta de boxe: cara inchada, com machucados roxos, amarelos e verdes.

Desde então, sair com ele na rua é atrair olhares curiosos e questionadores. Não é pra menos… o rostinho dele ficou irreconhecível, pobrezinho. Parece até violência doméstica.

Agora só nos resta aguardar.

Ele, com certeza, vai pensar 3 vezes antes de se pendurar de cabeça pra baixo novamente 😦

 

As férias de verão começaram

Após um longo ano sendo room mom de duas turmas, finalmente posso relaxar, tendo duas certezas: 1. missão cumprida; 2. never again! hahaha

A experiência foi interessante, mas achei meio loucura esse voluntariado para duas turmas, morando tão longe da escola. Uma mão de obra danada ser a responsável pela parafernália toda, especialmente pra mim que sou péssima delegando. Acabo abraçando todas as causas e fazendo eu mesma. Odeio ficar pedindo voluntários, dizendo o que cada um pode/deve fazer… Enfim, não nasci pra ser chefe, rs – vide minha relação com a cleaner aqui em casa que quando não faz direito alguma coisa, em vez de eu apontar, vou lá e refaço. Oh, well, devo ter sangue de operário, rs

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Anyway, ferias enfim! Quer dizer, mais ou menos…

Vivi pediu para fazer o sports summer camp e como o Nick não quis fazer, o jeito foi encontrar um meio de entrete-lo enquanto o Vivi joga bola, então fomos a sua loja favorita: Line Friends!

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E, estando lá, por que não fazer um book, né?


Em tempo: Nickito está posando de óculos escuros, por causa do acidente que sofreu noutro dia, tadinho. Foi se pendurar de cabeça pra baixo naquelas barras de exercício e despencou de cara no chão. Um susto!! Mas, tirando os roxos e a cara inchada, Nickito passa bem.

curtíssima: coisa de flamenguista

Saímos de carro para almoçar e avistamos, caminhando pela calçada, uma camarada com trejeitos brasileiros, vestindo uma camisa do flamengo – cena super inusitada em Seul, especialmente em nosso bairro, nada internacional.

Para minha total surpresa e desespero (e surpresa e desespero novamente), ao passarmos pelo cidadão, meu digníssimo abre a janela do carro e grita (isso mesmo, GRITA): “VAI FLAMENGO!”.

O cara que estava todo distraído, quase meditativo, arregala os olhos e  procura assustado de onde veio aquela voz, mas não encontra (Deus é grande).

Fim.