Enfim, férias – Japão, chegamos!

Nosso vôo era as 7 da manhã, então achamos melhor ir de carro: mais barato (já que serão apenas 10 dias de estacionamento) e conveniente, porque pegar taxi é um saco.

Acordamos as 3:30 da matina e saímos de casa às 4. Às 7 já estávamos no avião em direção a Osaka.

Vôo super rápido e tranquilo. Muito diferente pegar vôos curtos pra chegar num outro país. Há quase uma década que não sabemos o que é isso.

Do Kansai airport em Osaka pegamos um trem até Kyoto, mas não sem antes ter alguns contratempos, como por exemplo, precisar de cash para comprar as passagens de trem e não conseguir sacar dinheiro no caixa eletrônico com cartão coreano (sorte que ainda temos o australiano). Perrengues resolvidos, seguimos viagem, agora de trem, até nosso primeiro destino: Kyoto.

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Que cidade fofa! Fofa, limpa, organizada e silenciosa. Mal chegamos e já estou completamente encantada.

Descemos na Kyoto Station e seguimos andando até nosso Hotel. Fácil assim.

Fizemos nosso check in, deixamos as malas na recepção e saímos para passear. 

O primeiro destino seria (do verbo não foi, rs) o Katsura Imperial Villa. Seria porque demos com a cara na porta, já que o parque simplesmente não abre às segundas. A coisa já começou a desandar quando perdemos o ponto e descemos bem longe do parque. Depois, até encontrar a entrada foi outra caminhada e quando finalmente encontramos, estava fechada.

Fazer o que? Fica a lição: sempre checar os dias e horários de funcionamento. Que turista mais amadora. Francamente, Erica!

Na volta, descobrimos um shopping subterrâneo ligado à estação de trem e almoçamos por lá mesmo. E eu já fiquei de olho no Cheese tart mas cheiroso do mundo. Eu sei que não devia, mas fiquei. Fiquei e provei. Que delícia! 

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Kyoto é a terra do green tea, então tudo tem também a versão matcha: ice cream, latte, cheese tart, chocolate, pizza… Fiquei com vontade de provar o sorvete, mas deixei pra outro dia. Algo me diz que vou acabar não experimentando – é sempre assim, quando deixo pra depois, acabo não fazendo. Note to self: nunca deixar pra depois.

Um pouco mais tarde, demos uma voltinha para reconhecer a região e o fim do dia nos presenteou com um céu lindo e uma luz divina. O templo Higash Hoganji estava reluzente sob aquele céu perfeito.  Não conseguimos entrar, porque, claro, já estava fechado (mais uma cara na porta), mas o apreciamos pelo lado de fora. Felizmente, ele fica do lado do nosso hotel e não do outro lado da cidade como  o Katsura Imperial Villa.

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À noite jantamos tacos num mexicano na praça de alimentação da Kyoto Tower. Meio carinho, confesso. Pelo menos tava decente.

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O dia ia chegando ao fim e nós voltamos pro hotel que nos esperava fofo, tradicional e até bem espaçoso. Ao contrário do que eu imaginava, conseguimos reservar um quarto tipo apartamento com bastante espaço e até uma mini cozinha, além de ser super bem localizado e novinho. Se um dia voltar Kyoto, Irori Kyoto Station será nosso pouso novamente. Se bem que eu tô gostando tanto de Kyoto que é bem capaz de eu preferir alugar um Airbnb e ficar mais tempo, vivenciando a cidade em vez de turistar.

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Em tempo: no trem, a caminho de Kyoto, vimos um mar de casas e townhouses. Muitas casas mesmos, um gabarito mais horizontal do que eu esperada no denso Japão. Até mesmo os edifícios eram mais baixos, quase todos com varandas. Vaarandas essas que são utilizadas não como extensão da área social, mas da área de serviço. Toda varanda tinha um varal. Os prédios todos tinham roupas penduradas na fachada. 

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