voltinha em Insadong (e fotos proibidonas)

O aniversário do Buda está chegando e os templos começam a se vestir de lanternas coloridas, se preparando para a grande celebração.

No último fim de semana, fomos passear por Insadong, umas das minhas regiões favoritas aqui em Seul (apesar de ser super turística) e aproveitamos para visitar o Jogyesa Temple, que já estava lindamente colorido pelas lanternas. Eu sou absolutamente fascinada pelos templos budistas coreanos, mas nessa época eles ficam especialmente lindos.

Os meninos, pra variar, não queriam sair de casa e foram daqui até nosso destino reclamando. Até que, dois minutos depois que saímos do taxi, o bom humor deles apareceu e mais tarde até nos agradeceram por termos insistido em passear 🙂

Começamos caminhando pelas ruazinhas de Insadong, percorrendo as vendinhas de souvenir – e eu querendo comprar várias coisas, mas me recusando a pagar o preço de turista. Se ao menos eu falasse coreano…

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No meio do caminho, esbarramos com uma barraquinha que fazia caricaturas e finalmente cedemos aos apelos do Vivi, que há anos torra a paciência pedindo por uma caricatura dele. Fizemos uma arte dos dois e ficou tão genial! Valeu o investimento. A caricaturista não só os representou com maestria, como também capturou a alma de cada qual. Adorei o resultado!

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Antes de seguirmos pro templo, paramos para almoçar num restaurantezinho coreano, onde comemos até não aguentar mais. O prato mais parecia brasileiro: uma travessa tamanho família de frango com legumes e macarrão de batata doce (sem glúten), panquequinhas de batata e sei lá mais o que. Um verdadeiro banquete. A comida estava bem temperadinha, muito gostosinha mesmo e o melhor, eu não passei mal depois (pelo visto não usaram MSG).

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Terminado o almoço, ainda levamos os meninos ao”poo café”, isso mesmo, café de cocô (com acento circunflexo no último o mesmo) para comer um daqueles bolinhos recheados no formato do dito cujo – coreano tem cada uma, viu!

Finalmente, já quase sem bateria para tirar fotos, chegamos ao templo. E meu queixo caiu com a beleza. Mais uma vez.

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Há belezas com as quais eu ainda não consegui me acostumar, sigo sentindo borboletas no estômago quando esbarro com elas e, claro, não consigo me conter, saio clicando tudo ao meu redor, até mesmo o que não deveria, como por exemplo uma cerimônia budista, pela janela indiscreta.

Na verdade, eu não tinha certeza se era proibido ou não (havia uma plaquinha com uma câmera riscada, mas não um celular riscado, rs) e na dúvida, em vez de ficar na minha, não resisti e registrei o momento. Banquei a turista sem noção 😦 e sinto um pouco de vergonha por isso – nem tão pouco assim, na verdade, mais até do que eu gostaria de sentir… especialmente, porque a senhorinha de rosa aí da foto, levantou-se para fechar a janela :O|. VER-GO-NHA. Bad Erica.

Não vou repetir o feito, mas vou guardar para sempre o registro da minha rebeldia culposa, porém bem intencionada (ou pelo menos não mal intencionada).

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