Nosso primeiro baseball coreano

Noutro dia, a convite de amigos, fomos assistir nosso primeiro jogo de baseball. Coreano!

Nunca havia ido a um jogo de baseball na vida, mas já havia ouvido falar que era meio chato, longo, demorado… nada acontecia. Era mais um evento social para encontrar os amigos e beber cerveja.

Pois bem, talvez isso valha para o baseball americano, porque o coreano é animadíssimo! Eu adorei a experiência e, não fosse pelos meninos que não aguentaram ficar sentadinho por horas, eu teria assistido até o final.

IMG_1247IMG_1243IMG_1249

E como todo evento tem seu highlight, Nickito ganhou a bola do jogo 🙂 Não, ele não pegou a bola zunida na platéia, foi mais inusitado: alguém pegou e deu pra ele 😛

Nick e sua cuteness. Como ele mesmo diz: “I am the key to everything” (Eu sou a chave para tudo) hahaha.

Vivi, que é que curte baseball, ficou a ver navios, coitado. Quem manda não ser cute? :O)

O basquete do Vivi

Vivi está cada vez mais esperto no basquete, às vezes nem eu acredito na desenvoltura do moleque. Não é que ele seja um cestinha, muito menos um MJ, mas o menino tem ginga. Precisa praticar, claro, e precisa também ser mais humilde e aceitar as críticas para se aprimorar, mas para um garoto de 10 anos, ele manda é muito bem.

IMG_1267IMG_1266IMG_1265

A gente sempre fica um pouco mais na escola depois da aula, pra ele jogar um pouco com os amigos.

Os painéis coloridos de Itaewon

Noutro dia fomos levar o Vivi a uma festinha de aniversário e, para matar o tempo enquanto esperávamos por ele, fomos almoçar e dar uma voltinha pelas ruelas de Itaewon. Perambular pelas ruas escondidas e labirínticas de Seul é sempre a certeza de encontrar peculiaridades. Desta vez, nos deparamos com painéis coloridos que fazem toda diferença no visual dos becos do bairro.

IMG_1166IMG_1187IMG_1171IMG_1173IMG_1174IMG_1188IMG_1176

Deveria ser lei: todas os muros e empenas cegas do mundo, deveriam ser transformados em murais coloridos 🙂

International Bazaar 2018

O colégio dos meninos organiza vários eventos ao longo do ano, mas três são os mais antecipados: o Field Day (só pros alunos), que é uma gincana entre alunos, funcionários e professores;  o FunFest, que é um evento temático que oferece vários jogos e brincadeiras e International Bazaar, que é uma homenagem a todas as nacionalidades que fazem parte da comunidade YISS.

IMG_1121IMG_1122IMG_1125IMG_1129

No International Bazaar deste ano, os meninos resolveram representar o Brasil e a Austrália na Parada das Nações. Na falta de indumentária adequada, Vivi descolou uma camiseta do papai e Nickito pegou uma outra emprestada com a Maria.

IMG_1136IMG_1147IMG_1182IMG_1186

O principal atrativo do evento é, para os pais, a culinária internacional e, para as crianças, a water gun fight 🙂 A criançada termina o dia encharcada e feliz.

 

Nossa montanha, nosso quintal

No fim de semana fomos tentar, pela primeira vez, completar a volta em nossa montanha de estimação. Saímos decididos e não fazer o já habitual bate e volta, queríamos fazer a volta completa pra variar, ainda que isso significasse ouvir mimimi dos meninos.

P1100098

Conforme previsto, os moleques não ficaram muito felizes com a ideia, então decidimos gravar um video pra ver se eles se animavam 🙂

IMG_0996IMG_1001IMG_1004IMG_1007IMG_1008IMG_1015IMG_1016

Cada lugar interessante que encontrávamos, fazíamos uma paradinha estratégica e um videozinho. Jogamos peteca, rodamos bambolê, fizemos exercícios, empilhamos pedras, brincamos com cachorros…

Estava indo tudo bem (Nick reclamando um pouco, meio de mau humor, mas nada muito grave), até que vimos uma plaquinha apontando para um templo: “Nossa, um templo no meio da montanha! Que legal!”. E lá fomos nós entrar por um caminho que nos tirava da trilha que circundava a montanha.

O templo de fato era na montanha e lindo. Pra completar, teve a certinha do bolo: tava rolando um casório tradicional, então ainda tiramos uma casquinha da cerimônia 🙂 Quando estávamos nos preparando para voltar, vimos carros passando. “Como assim carros?? Aliás, como assim um casamento no templo na montanha?”. Ah, gente, claro que o templo “misterioso” não era nada na montanha, né? Era um templo normal, com acesso normal pela rua normal, que por acaso estava no pé da montanha, rs

Perdeu um pouco o encanto 😛

Voltamos pela rua, para descobrir que o acesso ao templo era muito mais fácil do que imaginamos. Mas, poxa, foi muito mais divertido encontrar o templo perdido no meio da floresta, então façamos de conta que foi, sim , uma descoberta inusitada 🙂

Na volta, resolvemos, em vez de pegar o caminho de casa, dar um pulinho em Sinchon, já que estávamos no meio do caminho, e aí, só pra completar nosso dia de “surpresas”, fizemos um caminho diferente e passamos por um túnel todo grafitado que nos rendeu fotos bem coloridas.

Não completamos a volta na montanha, mas também não perdemos o dia 😉

 

 

Nossa vida gastronômica – apresentando: nosso coreaninho

Quando o assunto é restaurante, somos quase monótonos, vamos sempre aos mesmos. Temos na lista de lugares mais recorrentes: três mexicanos, um brasileiro, um vietnamita, dois tailandeses, um indiano, dois burgers places e, pasme, um coreano (!) – que carinhosamente apelidamos de Coreaninho. Muito raramente saímos desse circuito.

Nosso Coreaninho foi um achado. Pouquíssimas mesas e comidinha gostosinha sem cara de comida clássica coreana (nem bibimbap servem!). As opções no menu são limitadíssimas, mas pra gente não faz a menor diferença, sempre pedimos os mesmos pratos 🙂

Se bobear, somos os únicos estrangeiros frequentadores assíduos. Todos lá nos conhecem e, por pouco, nem nos entregam mais o menu, rs. O dono inclusive me segue no Instagram :P, ou seja, somos praticamente de casa.

A comida não se encaixa na categoria saudável, mas.. quem não tem um junk do coração que atire a primeira pedra, rs

 


Em tempo: O Coreaninho não chega a ser junk, mas é mais gorduroso do que eu gostaria.