as últimas field trips do ano

Semana passada, tivemos as últimas field trips do ano na escola dos meninos.

Uma visita ao museu com a turma do Nickito e um hiking pela montanha com a turma do Vivi. Eu, room mom exemplar, fui aos dois passeios 🙂 E sabe que foram bem legais?

Ir aos passeios da turma do Nickito é sempre gostoso, porque, não importa onde a gente vá, as crianças ainda estão naquela fase fofa, sem falar que o Nickito sempre faz questão de sentar com a mamãe no ônibus, de andar de mãos dadas e ficar sempre por perto. Aquela fofura que a gente conhece 🙂

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tá vendo o carinha lá atrás com camiseta da adidas? Aparentemente é um Kpop famoso (e pai de uma amiguinha do Nick) que causou no museu, rsrs. Ah essas fãs…

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Os passeios do Vivi já são mais ativos, mais interessantes. Então, muito embora ele não dê muita bola pra mamãe (nem sei porque faz tanta questão que eu vá), eu sempre aproveito bastante on my own, rs. Bom, também é querer demais que um moleque de 10 anos prefira ficar o passeio todo do ladinho da mamãe, em vez de curtir com os amigos, né? Oh well…

Mas este passeio foi bem legal. Caminhamos bastante, vimos paisagens lindas e ainda aprendemos um pouco mais sobre a Coréia.

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Passeios agora só no próximo ano letivo, afinal, o ano está acabando, já já chegam as férias de verão!

Can’t wait!

Concertos de primavera

Ano letivo chegando ao fim, é hora dos concertos de primavera na escola dos meninos.

Infelizemente, sentamos um pouquinho distantes do palco, e como a câmera não ajudava, são pouquíssimos os registros desses eventos. Ano que vem, contrato uma fotógrafa para registrar de perto 🙂

Nickito, este ano, fez uma participação especial, anunciando a performance da sua turma (1D), com direito a engasgar no texto e risadas da platéia 🙂

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Vivi também teve uma participação especial no reco-reco. Começou até bem no ritmo mas não demorou para descoordenar dos demais integrantes do quarteto, rs – daqueles momentos priceless que a gente vai rever daqui uns 10 anos e morrer de rir 🙂

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Eu simplesmente adoro esses concertos todos, especialmente, claro, quando os meninos conseguem algum destaque, nem que seja por uns breves segundos 🙂 Fico toda emocionada, toda boba. Coisa de mãe, né?

Primavera enfim!

Demorou, viu! Mas enfim, a primavera chegou linda, florida e formosa para alegrar meu coração congelado pelo inverno longo e tenebroso que nos assombrou este ano.

As flores já estão por toda parte colorindo os caminhos na cidade, nos parques e nas montanhas, a temperatura está uma delícia e o clima só não está perfeito, porque a poluição tá que tá dedicada em arruinar a época mais linda do ano. Poucos são os dias em que o ar nos permite dar uma volta e respirar sem medo, mas quando eles surgem, a gente aproveita mesmo.

Noutro dia, me confundi com os horários/dias e cheguei muito cedo para buscar os meninos na escola, tipo, umas duas horas mais cedo! Como a gente mora um tantinho longe, não valia a pena ir pra casa e voltar mais tarde, então, como o dia estava lindo e convidativo, estacionei o carro no colégio e fui fazer uma caminhada na Nansam Mountain. Aliás, se há uma coisa que eu adoro aqui em Seul é que a cidade é permeada por montanhas, o que além de deixar o visual lindo, te permite usufruis de caminhadas deliciosas, porque onde quer que você esteja há sempre uma montanha por perto.

E lá fui eu!

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Quando o fim de semana chegou, ainda contagiada pelas flores do passeio inesperado no meio da semanas, sugeri de irmos das uma voltinha pela nossa montanha, onde há um recanto que fica especialmente florido na primavera.

E lá fomos nós!

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Bem que a primavera poderia durar o ano inteiro!

meu primeiro hummus

Na Austrália, eu costumava comprar hummus toda a semana. Hummus puro, com tahini, hummus com alho, com abóbora… a variedade era grande. Aqui na Coréia hummus é artigo raro. No mercado normal nunca vi e no internacional só uma vez, um pote tamanho família que, óbvio, não comprei.

Sendo assim, decidi começar a fazer o meu próprio, até porque, grão de bico eu encontro seco e enlatado,  com facilidade.

E, gente, é tão, mas tão fácil de fazer, que fiquei até com vergonha por nunca ter tentado antes.

Meu primeiro hummus foi sem tahini (não curto muito), com bastante alho e uma pitada de páprica defumada. Ficou divo!

O que eu usei:

  • 250 gramas de grão de bico cozido (como eu sou chata, não usei o enlatado, comprei seco, coloquei de molho por 24 horas e cozinhei)
  • suco de um limão grande (usei o amarelo)
  • 3 dentes de alho grandes e crus (da próxima vez tentarei assado)
  • azeite a gosto
  • sal a gosto
  • páprica defumada a gosto
  • água para dar o ponto

Como eu fiz:

Simplesmente bati tudo no liquidificador e no final, adicionei mais azeite e páprica por cima.

Minha sugestão é servir em crackers de arroz integral com tomatinhos cereja, manjericão fresco e azeite.

Ficou uma delícia. Mais fácil que isso só comprando pronto. Mas sabe como é, né? Feito em casa é sempre mais saboroso 😉

 

Pré-férias frustradas

Semana passada, me dediquei à missão de programar nossas férias de verão. Escolher países/cidades, pensar na programação, pesquisar passagens, hotéis… Aquela parte trabalhosa, mas empolgante, pré-férias.

Sentei com os meninos para decidir quais seriam nossos destinos, que este ano se concentrarão na Ásia, e fechamos nos seguintes países:

Japão (Kioto + Tóquio com direito a um dia na Disney Sea), Vietnã (Hanoi + Halonga Bay + Ninh Binh), Cingapura (com direito a um dia na Universal) e Filipinas (Boracay). Nesta ordem.

Pensei minuciosamente no sabor de cada destino, encadeando as paradas de modo que:  1. experimentássemos atmosferas diferentes em cada parada;  2. fizéssemos um plano de vôos prático.

A viagem ao Japão seria a única separada, iríamos no fim de junho e voltaríamos no início de julho. Passaríamos uma semana e meia em Seul e depois partiríamos para a viagem mais longa, que se encerraria na tranquilidade das areias brancas e do mar azul sem igual de um resort em Boracay, uma das ilhas mais populares das Filipinas.

Missão dada, missão cumprida. Muito embora eu ainda esteja enrolada com a viagem pro Japão, consegui em poucos dias programar a viagem mais longa. Comprei vôos, reservei hotéis e até comecei a traçar alguns roteiros, até que… vem a bomba:

O presidente das Filipinas resolveu fechar a ilha de Boracay ao turismo por 6 meses, a partir do dia 26 de abril. Isso mesmo, somente a ilha de Boracay, aquela na qual eu reservei nosso non-refundable hotel – tá bom pra você?

O pior é que descobri isso muito por acaso, por causa de um comentário num post no facebook de uma amiga que este lá recentemente. Quando vi o comentário, achei que fosse brincadeira, mas só foi dar um google que a brincadeira virou verdade e acabou com minha alegria. Agora, já imaginou se eu não tivesse visto esse comentário? Provavelmente, só ficaria sabendo da situação quando já tivesse chegado nas Filipinas, quando não nos deixariam embarcar para Boracay. Sim, porque, a tal da notícia é do final de março, ou seja, quando comprei passagens e reservei hotéis, as companhias aéreas já sabiam que isso poderia acontecer e mantiveram à disposição vôos e reserva de hotel. E se eu não tivesse entrado em contato com o hotel e o site de agendamento, eles não iriam me mandar aquele emailzinho básico dizendo que minha viagem tinha babado.

Resumindo a Ópera, agora estamos tentando cancelar tudo e ter nosso reembolso integral, afinal de contas: 1. a culpa não é nossa; 2. estamos fazendo tudo com bastante antecedência. Entretanto, até agora, tudo o que nos foi prometido pelo hotel foi a possibilidade de reacender nossa estada dentro do período de um ano e meio, a contar da liberação da ilha. Claro, se a tarifa estiver mais alta na época, teremos que pagar a diferença. Fala sério. Revolta define.

Os Vôos, compramos de diversas companhias, num combinado de múltiplos vôos, ou seja, imagina como tá sendo divertido tentar cancelar e tentar receber o dinheiro de volta, né?

As férias que estavam super organizadas, agora viraram um bololô. E o Japão, coitado, tá em standby, porque não tenho cabeça pra pensar nele enquanto esse furdunço não for resolvido.

Ou seja, voltamos à estaca zero e ainda com prejuízo. Pra não falar da dor de cabeça que essa surpresinha gerou.

Não vou nem me aprofundar no porque vão fechar Boracay, mas digamos que a “desculpa” do presidente é a necessidade de limpar a ilha, corrigir situações irregulares (esgoto direto no mar, construções ilegais, descarte de lixo) – o que seria muito justo, entretanto, vozes se levantam para falar sobre os interesses relacionados a um tal cassino Chinês que quer/irá se instalar por lá. Como o presidente faz o tipo ditador, é um pouco difícil de acreditar que o motivo seja apenas seu súbito interesse pela preservação da ilha. O que eu sei é que pior do que ter as férias frustradas é ter uma ilha que vive do turismo fechada por seis meses.

O que será dos trabalhadores do setor durante esse recesso? O prejuízo deles será, certamente, muito maior que o meu 😦

A pergunta é: precisa mesmo fechar Boracay?

Anyway… lá vou eu catar uma outra ilha bonitona de areias branquinhas, água azulzinha e preços legais para colocar no lugar de Boracay, e rezar pela sorte da população que ficará sem ganha-pão por tanto tempo.

 


Atualização (24/04): Conseguimos o reembolso completo do Hotel, mas ainda estamos correndo atrás do reembolso das passagens. Dor de cabeça define (dor de cabeça de primeiro mundo, eu sei…).

E, por falta de ilhas bonitonas com areias branquinhas e mar azulzinho a preços viáveis para as datas desejadas, mudamos completamente a vibe da nossa última parada: voltaremos pro Vietnam por mais uma semana, só que para Hoi An, na região central, que tem uma vibe completamente diferente de Hanoi. Estou super animada!

Claro que ainda falta resolver as passagens, então é melhor não cantar vitória antes do tempo. Porque. Tudo. Pode. Mudar. Novamente.

360 graus

E essa friaca que não larga a gente, hein? Chega o outono novamente mas não chega a primavera.

Este ano, tá tudo meio louco. As flores atrasadas por conta da poluição e o clima, volta e meia, insiste em esfriar como se ainda inverno fosse. Neste fim de semana, muito embora o céu estivesse lindamente azul e o ar surpreendentemente despoluído, o vento frio cortava a alma.

No sábado, na tentativa de dar uma voltinha ao ar livre e respirar sem medo o ar puro que nos cercava, saímos de casa para o que seria nosso passeio-frustração. Entre desistência de parar em estacionamento caríssimo em Insadong até, tentativa mal sucedida de ir ao museu, foram 4 estacionamentos que visitamos, para só sair do carro, por 5 minutos, em uma das vezes. Tentamos primeiro passear pelas ruas de Insadong, mas ao avistar o valor da hora, resolvemos dar meia-volta, entrar no carro novamente e procurar uma outra parada. Na sequência, decidimos parar no estacionamento do Museu de Arte Moderna e Contemporânea e dar uma voltinha pelos arredores.

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Que friaca, meu Deus! Que vento gelado! Voltamos correndo pra dentro do Museu e estávamos quase comprando ingressos quando olhamos pro relógio e vimos que já passava das 5 da tarde, ou seja, se saíssemos dali e fôssemos almoçar primeiro (sim, almoçar!), quando voltássemos poderíamos visitar o Museu “diGrátis”, já que após às 6pm o ingresso era gratuito 😛

E lá fomos nós pro nosso terceiro estacionamento do dia, na Universidade (trabalho do marido), para experimentar um indiano que tem lá perto. Desta vez nem saímos do carro, demos meia-volta e saímos, porque estacionar ali, significaria ter que andar na ventania até o restaurante, coisa que eu definitivamente não queria fazer com nosso menino asmático que acabou de sair de uma crise.

Decidimos então ir ao Hummus Kitchen, um middle eastern restaurant que eu to querendo tentar faz tempo (e tem estacionamento no prédio). Mais um estacionamento pra lista do dia, o quarto, que entremos, demos meia-volta e saímos. Por quê? Porque quando estávamos quase estacionando, resolvemos que estávamos com muita fome e só um restaurante Brasileiro (leia-se Churrascaria rodízio) poderia nos saciar àquela altura. Restaurante esse que fica do lado de casa. Toinhoinhóin.

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Rodamos, rodamos e voltamos pro ponto de partida. Após nossa maratona de estacionamentos, fomos almoçar jantar no nosso bom e velho Ipanema Grill, onde, detalhe, havíamos jantado na noite anterior. Somos desses.

Pra não dizer que o sábado foi perdido, apreciamos brevemente a primavera à noite nas ruas da queridinha Sinchon. Rendeu mais uns cliques. Melhor que nada, né?

Chega logo, primavera!

Tô aqui numa ansiedade só. Mal posso esperar o espetáculo das flores começar.

Hoje fui dar uma voltinha despretenciosa pelo Ansan Urban Nature Park, aqui pertinho de casa, só pra ver a quantas anda o florescer da primavera.

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Os jardins já estão sendo plantados para o festival das lanternas, que acontecerá entre os dias 12 e 14 de abril e, muito embora as árvores, de um modo geral, ainda estejam peladinhas da silva, uma ou outra mais avançadinha já nos oferece um gostinho do que teremos em duas semanas.

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Foi um passeio rápido, não durou nem uma hora, mas já valeu para esticar as pernas,  tirar umas fotos e meditar um pouquinho ouvindo o barulhinho do riacho.

Amanhã, se a qualidade do ar permitir, retomo minhas caminhadas matinais pela montanha e, na volta, dou uma paradinha lá novamente para acompanhar o florescer da primavera.