Em inverno de -20C, quando faz -2C é festa

Após uma semana glacial com sensação térmica de -20C por vários dias consecutivos, finalmente a temperatura subiu.

Hoje, veja você, até consegui sentir meu nariz quando andava pela rua 🙂 Dois graus negativos era o que marcava o termômetro quando fui buscar os moleques na escola. Tava tão “quentinho” que nem luvas usei.  Pude até apreciar a neve que caía de leve ao longo do meu percurso. Nada como ter um bode na sala.

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Tô tão zen, que nem tô reclamando tanto do inverno. Às vezes nem eu mesma me reconheço. A neve cai e eu fico olhando pela janela, tirando foto. Quando estou na rua, além das fotos, filmo. Tô enxergando a beleza do branco pela primeira vez em muito tempo.

Não, não mudei de ideia, não gosto de inverno, não curto tempo frio, mas lembra da limonada? Então. Tô usando bem os meus limões 🙂 Afinal, existe vida apesar do frio.

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Hoje, tivemos o encontro mensal das brasileiras. Um almocinho delícia regado a muito bate papo, vinho, champanhe e pão de queijo. Combinação perfeita para aquecer até o mais gélido inverno. Nosso grupo é o mais eclético que você pode imaginar, mas ainda assim, nos afinamos tão bem que mal dá para acreditar. Deve ser a brasilidade falando mais alto.

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Então um brinde ao inverno um pouco menos gelado!

 

Bolo de banana sem ovos (com nozes e maçã)

Segunda-feira.

Acordo, abro a geladeira e adivinha: não tem ovo!

Pânico.

O que comer no desjejum? Ar?

Olho para a fruteira e há apenas limões, tangerinas e dua bananas pretinhas da silva. Pretinhas e molengas.

Na mesa, havia meia maçã – a outra metade foi na lancheira do Nick.

Catei os restos mortais das bananas e maçã e, arriscando tudo, tirei da caixola um bolo sem ovos, pela primeira vez na vida.

Veja bem, não sou vegana. Adoro ovos. Mas na falta deles, o jeito é improvisar.

Anota aí os ingredientes:

  • 2 bananas bem maduras amassadas
  • 1/2 de xic de óleo de coco derretido
  • 1 colher de sobremesa de essência de baunilha
  • 1cs de vinagre de maçã
  • 1/2 xic açúcar de coco
  • 1/2 xic açúcar mascavo
  • 1/2 xic de àgua
  • 2 xic de farinha de aveia peneirada
  • 1 cs de bicarbonato
  • 1/2 cs de fermento
  • 1/2 cs de sal
  • 1 maçã pequena cortada em cubinhos
  • Um punhado de nozes picadas
  • Um punhado de cacao nibs (opcional – na verdade só lembrei deles quando o bolo tava no forno. Ficou para a próxima)
  • Canela para polvilhar

Como eu fiz:

  1. Numa tigela, amassei as duas bananas e misturei o óleo de coco;
  2. acrescentei a essência de baunilha, o vinagre os açúcares e a água e misturei bem até ficarem homogêneo;
  3. coloquei a farinha de aveia, o bicarbonato, o fermento e o sal e tornei a misturar;
  4. por último acrescentei a meia maçã sem casaca, cortada em cubinhos e as nozes picadinhas
  5. coloquei na forma forrada com papel manteiga, polvilhei com canela e levei ao forno (180C) por 35 minutos.

Prontinho!

Ficou muito bom! O cheirinho estava tão maravilhoso que nem consegui esperar esfriar. Comi dois pedaços ainda quentes e despedaçando 😛


Em tempo: o bolo de banana não foi meu desjejum, mas a sobremesa. Em vez de ovos, comi um franguinho grelhado da noite anterior, acompanhado de repolho refogado e pimentões grelhados. Not bad para uma segundona precedida de um fim de semana sem ir ao mercado 😉

Sobrevivendo ao inverno

Para aquecer um dia gelado de inverno, nada melhor do que um almocinho vegano cazamiga. Mesmo tendo que atravessar a cidade no frio glacial, estar com elas sempre vale a pena.

Semana passada, fomos num vegano delicinha que estava na minha lista fazia tempo. Além da comida ser bem gostosinha e o lugar uma graça, tem um bônus: só tem estrangeiro 🙂

Nada contra os coreanos, peloamordedeus, adoro esse povo que me cerca, mas em terra de fisionomias tão parecidas (aos nossos olhos ocidentais, claro), ver variedade de rostos é bem confortante de vez em quando. Não tanto pela variedade, mas pelo sentimento de “blend in”. Se vamos a um café que só tenha coreano, a gente “pop out”, somos o grupo diferente, estrangeiro, peças fora do lugar.

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Mas não no Plant. Lá éramos apenas mais um grupo, totalmente misturadas na galera, parte do todo, como camaleões 🙂

Dito isso, confesso que depois de ter ido, nessas férias, a restaurantes naturebas tão maravilhosos no Rio (Restaurante da Bela, Org Bistrô e Capim Santo), fiquei muito mais exigente, então o tempero não chegou a me cativar, mas a comida bem feitinha, gostosinha somada ao ambiente delicioso, aconchegante a à companhia maravilhosa dessas amigas divertidíssimas que a Coréia me deu, tornou o almoço perfeito.

Idade biológica

Há dois anos, numa consulta com meu médico no Brasil, tive a triste revelação de que, biologicamente, estava 8 anos mais velha, ou seja, aos 38, meus exames “acharam”que eu tinha 46.

Este foi meu wake up call, a motivação que eu precisava para mudar meus hábitos alimentares. E assim foi.

O curioso é que antes disso, em 2013, quando fui diagnosticada com Síndrome de Sjögren, quase surtei quando me disseram que eu teria que mudar minha dieta, parar de comer massa, açúcar, besteiras em geral. Pensei: quem vive assim? ou melhor, pra que viver assim, se privando de tudo o que se gosta?

Hoje, olhando em retrospectiva, vejo quanto drama eu fiz e, pior, vejo o quão distorcida eram as minhas prioridades na vida. Como assim, preferir continuar chocólatra e doente?

A verdade é que aquela consulta médica em 2016 no Brasil me fez acordar para a realidade. O fato de exames clínicos me jogarem na cara que eu, ainda nos 30, estava com o funcionamento de muito mais de 40, pra mim foi um choque e tanto e apesar do choque não ter sido maior do que o da noticia da doença, 3 anos antes, foi com certeza mais motivador. Vai entender o ser humano!

Devidamente chocada e motivada, mudei completamente meus hábitos. Comecei com uma desintoxicação profunda e radical por 45 dias. Cortei todos os industrializados, só comprava alimentos de verdade, frescos. Nada de pão, de queijo, de leite de vaca, nada de açúcar, biscoitos, bolos, massas, carbo quase zero. Minguei. Definhei. Odiava olhar meu esqueleto no espelho, mas me senti tão bem, tão cheia de energia, que nunca mais voltei a almoçar 200g de chocolate.

Passado aquele primeiro momento de detox, voltei a consumir pão (mostly gluten free), comia doces, tomava leite (tudo com muita moderação) e aos poucos comecei a me sentir mal novamente. Menos energia, mais sintomas da síndrome.

Até que tomei consciência de que meu dia a dia (e o da minha família) precisava ser livre de glúten, leite de vaca (e derivados), açúcar (especialmente o refinado) e industrializados em geral. Foi quando finquei a bandeira definitiva da alimentação saudável como estilo de vida.

Claro que, vez por outra, eu tomo um sorvete, como uma besteira (nas férias no Brasil, comi duas rabanadas e dois pedaços da torta de chocolate da mamãe, ambos cheios de açúcar, glúten e leite de vaca – mas passei longe do milkshake de ovomaltine), e that’s okay, porque isso não faz parte da minha vida, não é como vivo meu dia-a-dia. Foi apenas um treat.

Toda essa longa história foi apenas para introduzir o assunto principal: em janeiro, fui ao médico novamente e, gente, os resultados dos exames foram de cair o queixo de tão bons.

A doença não apenas não evoluiu, como meu corpo começou a funcionar melhor. Todos os parâmetros medidos apresentaram resultados excelentes. Segundo meu médico, nesse pé, eu chego aos 130 facinho, rs

E atenção para a cerejinha do bolo (sem gluten): biologicamente, estou 5 anos MAIS NOVA! Isso aí, a quarentona sedentária aqui, tá funcionando como se tivesse 35. Ui, é muita emoção :O) Tanta emoção que me motiva a, além da alimentação, me dedicar de verdade ao projeto “xô, sedentarismo”. Pensa só, se apenas a mudança de hábitos alimentares me fez chegar aqui, imagina onde vou chegar injetando atividade física no meu dia a dia? Se eu conseguir, ainda por cima, voltar a meditar, retorno aos 20 em 2 anos :O)

Hoje, eu sou o que eu como. Mas eu quero ser também o que eu faço e o que penso. Quero mergulhar em mim mesma de corpo e alma.

Pro alto e avante!

Socorro! Já posso dirigir :O|

Confortavelmente instalada do lado de cá dos enta, qual foi o meu primeiro feito

(ainda em 2017)? Tomar vergonha na cara e tirar minha carteira de motorista.

Relutei enquanto pude, não queria (e ainda não quero) dirigir na loucura de Seul – engarrafamento, pistas confusas, motoristas barbeiros, engarrafamento, placas em coreano, ruas que não decoro o nome nem por um decreto, engarrafamento… mas o momento chegou, tive que me render, apesar do transporte público aqui ser maravilhoso, não suporto fazer baldeação (a gente não mora numa região muito central) e também não aguento mais pegar taxi (da última vez, até pum o motorista soltou. Duas vezes!!!).

O processo aqui é bem simples, se você já tem uma habilitação válida de outro país, em duas horinhas, você está com sua carteira de motorista coreana na mão.

Então, lá fui eu.

Marquei hora no consulado Australiano, onde paguei uma taxa de uns 60mil won para ter minha Aussie drivers license certificada. Achei caro, na Austrália mesmo, a gente não paga para certificar documentos, é tudo for free. Vai entender!

Dali, desci na estação de metrô mais próxima, entrei numa cabine de fotografia 3×4 e, por 10mil won, “ganhei” 10 fotos. Achei caro (novamente)! Mil won por cada fotinha é um absurdo! Mais absurdo que isso só mesmo a minha cara na foto.  Jesus tenha piedade! A foto é automaticamente retocada, você não tem escolha (coisas de Coréia), então sua cara fica meio esquisita, flat, sei lá… mas o pior foi a cabeleira laranja, por causa da correção de cor – quero acreditar, rs (de qualquer maneira, tô considerando ajustar o tom do cabelo para um medium ash brown em minha próxima visita ao salão).

De volta à superficie, segui em direção ao Global Center, onde iniciei o processo de troca de carteira. Era a segunda da fila. Apresentei todos os documentos e a mocinha, um pouco mal humorada para uma linda segunda-feira de verão ***irony alert***, verificou a documentação, me deu um formulário para preencher e me mandou para o prédio do outro lado da rua, fazer exames de vista e geral(?). Eu, simpática, agradeci o atendimento com sorrisos de pura empatia, porque vamos combinar, deve ser um saco ficar fazendo a mesma coisa o dia inteiro. O mínimo que a mocinha merece é nossa compreensão e gratidão, porque não é “fáceo”.

O vento estava cortante, mas bem feito, quem mandou esperar tanto pra tirar a carteira? Podia ter feito isso no verão.

Anyways…

No prédio em frente, o hall dos elevadores era interessante, ainda no hall, você seleciona seu andar em um painel digital e ele te indica que elevador pegar. Dentro do elevador, apenas três botões: um para abrir a porta, um para fechar e um para emergência. O elevador para apenas nos andares solicitados no hall. Achei HiTech :0)

Para esta etapa do hospital, foram 4 paradas: a primeira na recepção, a segunda na salinha de exame de vista, a terceira na salinha da GP para testar movimentos/reflexo(?), a quarta para pagar 8mil won e receber o carimbo no formulário.

Finalmente, retornei ao Global Center, onde fiquei na espera por uns 40 minutos, mas por graça divina e boa vontade daquela mocinha que parecia um pouco mal humorada da primeira vez, finalizei o procedimento, paguei a taxa de 8 mil won e saí de lá sem a minha habilitação australiana, mas de posse da coreana, com minha foto linda e laranja. E ainda ganhei sorrisos simpáticos e explicações atenciosas da mocinha, que mesmo tendo passado da hora do atendimento, me atendeu gentilmente e sem pressa. Pensei: às vezes, tudo o que a pessoa espera é empatia. Nada como oferecer o seu melhor. Gentileza atrai gentileza.

Agora, estou oficialmente habilitada a dirigir, mas só Deus sabe quando o farei. Tenho um certo pânico de enfrentar as ruas e motoristas coreanos. Nosso carro não tem GPS, então dependerei do Waze e Google Maps do celular para me guiar por aí. Tudo tão confuso. Aqui, me confundo até no carona, que dirá no volante! Vou pendurar um santinho protetor dos motoristas no retrovisor :O)


Em tempo: a foto em destaque foi tirada ontem, quando dirigi para o colégio e de volta pra casa. Não foi minha primeira vez no volante aqui, mas foi a primeira vez menos tensa. Quero ver quando terei peito pra pegar o carro sozinha e, finalmente libertar o marido da função de motorista.

 

Agora sim, 2018 começou…

… e com ele, o ano da Erica 😛

No fim do ano passado, ao completar mais uma década de existência, fiz um balanço da minha vida até aqui, listei tudo pelo que sou grata, mas também esbarrei com “falhas na programação”, arrependimentozinhos, culpinhas, fantasminhas que insistem em me rodear, muito embora eu seja uma pessoa bem felizinha.

Por causa desses fantasminhas, no apagar das luzes de 2017, resolvi que, em vez de fazer uma lista de metas/projetos para 2018, lançaria um desafio para mim mesma: viver 2018. Mas viver sem porém, sem culpas, sem racionalizar muito. Apenas viver. Fazer o que eu sempre tive vontade de fazer e nunca fiz (e também o que eu nunca pensei em fazer) por falta de tempo, oportunidade, motivação ou porque, lá no fundo, eu achava que não merecia (sei lá porque), logo, não me permitia fazer.

Resolvi que 2018 seria o ano, não de projetos, mas de execução. Dia a dia, semana a semana mês a mês. Seria o ano em que me permitiria luxinhos egoístas. Seria o momento de mergulhar em mim mesma e descobrir quem eu sou hoje, em que me transformei. Também seria o momento de, parando de racionalizar, de arrumar desculpas para não fazer pequenas e grandes coisas, me redescobrindo, vislumbrar onde quero chegar nos próximos anos.

Quando 2018 começou, eu ainda estava de férias, então pouco (ou nada) pensei sobre isso. A ideia do “ano da Erica” ficou só mesmo lá no fundinho do meu insconsciente, esperando uma fagulha e um ventinho para espalhar o fogo da revolução. Foi aí que a fagulha timidamente surgiu.

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Estava eu, de volta ao lar, ainda fora do fuso, dormindo em pé, quando uma amiga chamou: “bora almoçar na segunda? A gente almoça, toma um café e aprende a fazer esponjinha de crochê”.

Respondi sem nem ponderar (o que já é um bom começo): bora, né?

Tô nessa vibe de topar até injeção na testa, então mesmo sem nunca ter me interessado pela arte do crochê e sempre ter achado que não levava o menor jeito pra coisa, fui (mais pelo almoço, confesso, rs).

 

Nunca havia pegado numa agulha de crochê na vida, mas mesmo sem jeito, forcei a barra, afinal, quão difícil poderia ser manusear uma agulha e linha? Estava sem meus óculos para a vista cansada (coisa de velho, né?), simplesmente porque me recuso carregá-los comigo, me recuso assumir que preciso deles e, por isso, sofri para achar os pontos, para enxergar onde a agulha entrava. Foi uma primeira hora frustrada, confesso.  Mas o importante é que a fagulha estava ali e eu estava disposta a, não apenas mantê-la acesa, mas a ajudá-la a pegar fogo.

Já em casa, com ajuda de dicas da mamãe e de amigas, consegui parir minha primeira bucha de crochê e babei nela, mesmo não tendo ficado perfeita. Foi uma conquista. A primeira do ano. E, gente, it feels good! Aprender algo novo, por mais simples que seja, é uma delícia.

Meu primeiro crochê é mais que uma esponjinha, muito mais! É, na verdade, o ventinho que eu precisava para espalhar aquela fagulha e transformá-la no foguinho da vontade de fazer. De aprender. De movimentar. De executar.

Essa esponjinha é apenas o começo. Fevereiro vem aí e eu mal poso esperar para saber qual será o próximo aprendizado.

Dois mil e dezoito não é o ano de me reinventar, é o ano de dar um passinho pra trás e me redescobrir. E eu pretendo fazer isso testando o que eu ainda não testei, provando o que ainda não provei, aprendendo o que eu ainda não aprendi.

Dois mil e dezoito é o ano de novidade, é o ano da Erica.


Em tempo: não é engraçado que meu primeiro feito do ano tenha sido uma esponjinha? Esponjinhas absorvem e é exatamente isso que quero pra mim este ano: absorver!

Embarcando para as férias – sempre tem uma treta

Dia 15 de dezembro, embarcamos rumo às nossas férias no Brasil, onde passamos um mês inteirinho curtindo o verão e a família (aguarde os próximos posts).

Mas como nada nessa família é tão simples como parece, no dia da viagem tivemos um pequeno atropelo: o taxi, agendado na noite anterior, não foi confirmado e nós só notamos isso quando faltavam umas 3 horas para o embarque.

E tome de correria e estresse até encontrarmos uma companhia que: 1. houvesse alguém que falasse inglês; 2. que tivesse um carro grande o suficiente que pudesse mandar na hora, porque, né? já estávamos em cima da marca.

A coisa tava tão preta que já estávamos considerando (o marido estava, eu não) pegar dois taxis normais até a estação de trem e de lá despachar as malas antes de pegar o trem para o aeroporto. Calcula o que seria fazer isso pela primeira vez na vida, sem planejamento nenhum, com 6 malas e duas crianças? E, detalhe, it turns out que só se pode despachar as malas da estação de trem se a companhia for coreana. Já imaginou o rolo?

Mas, por graça divina (meu anjinho da guarda é forte) conseguimos, aos 45 do segundo tempo, um taxi jumbo para nos pegar em casa. Com um porém: o pagamento deveria ser feito em cash direto ao motorista. E quem disse que a gente tinha cash em casa?

Catamos daqui, juntamos dali e eu e o marido tínhamos apenas metade do valor, que aliás era bem salgado, 120 mil won (geralmente custa 70 mil).

A solução? Assaltar o cofrinho dos meninos 🙂

Fica a dica: dê mesada pros seus filhos. Você pode precisar um dia, rs Eu mesma já precisei uma outra vez, pra pagar a cleaner, rs

Anyway, assaltamos os cofrinhos para fechar a conta do taxi. Daí pra frente foi tudo azul 🙂