procura-se um dedo verde

Eu mato cactos. Cactos e suculentas.

Não me pergunte como, mas as outras plantas, que em tese são mais sensíveis, sobrevivem bem à minha falta de jeito, mas cactos e suculentas, desde que cheguei aqui, já perdi 2, um de cada.

Primeiro foi uma suculentinha que um belo dia amanheceu mortinha da silva. Meses depois, foi um mini cacto, muito simpático, que amanheceu completamente sem vida.

A primeira, eu molhava bem pouquinho, uma vez por semana. O segundo recebia banho de imersão uma vez por mês. Ou seja, duas técnicas testadas e não aprovadas, pelo menos por aqueles dois. Ainda bem que não cheguei a dar nomes pra eles, senão a dor da perda seria ainda maior.

O curioso é que o outro cacto e as outras suculentas, continuam aguentando firme, assim como as outras quatro plantinhas que habitam a casa.

Eu adoro plantas, e adoraria ter a casa repleta delas, mas morro de medo dos óbitos repentinos e “inexplicáveis” transformarem minha sala num verdadeiro necrotério vegetal, então sigo procrastinando a aquisição de novos verdes, até que eu encontre a fórmula mágica do dedo verde.

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De qualquer maneira, como estamos indo ao Brasil em pouco mais de um mês, só posso pensar em abrir as portas para novos moradores lá para meados de janeiro, quando retornarmos.

Vejamos quem sobreviverá.

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