Um delicioso sábado de sol na bela Moscou

O sábado jos presenteou com um dia lindo de sol e temperatura deliciosa. Apesar de termos acordado tarde, aproveitamos demais o dia.
Passeamos pelo parque Gorki, que é enorme e oferece todo tipo de e tretenimento que você pode esperar de um parque. Até aulas ao ar livre você pode fazer. Pode também fazer a unha, os cabelos, alongamento, boxe, hidriginástica… pode alugar bike, scooter, patins… jogar vôlei de praia, ping pong, totó, andar de pedalinho…. Tava rolando até um jogo de basquete super bacana, que paramos para assistir. Pensa num parque com vida. É esse.


Perdi a conta de quantos restaurantes e quiosques encontramos ao longo do parque. Cada qual com sua especialidade. Do natureba ao podrão, tinha para todos os gostos. Fizemos uma boquinha no AC/DC Burger e, caracoles, muito bom! E olha que eu sou exigente com hamburger!


Saindo do parque, seguimos em direção à catedral de Cristo Salvador e, passando pela estátua de Peter, the great (aquela que era pra ser de Colombo, mas como os espanhóis não quiseram pagar por ela, atacaram a cabeça do navegador espanhol e colocaram a do comerciante de batatas rsrs), pegamos uma chuvinha básica, afinal, senão tivesse chuva não seria Moscou rs

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O bom é que assim como a chuva veio, foi embora. O engraçado é que russo anda sempre preparado para a mudança de tempo, porque é só começar a respingar que todo mundo saca o guarda-chuva de dentro da bolsa rs (todo mundo, menos a gente rs)


À noite, depois de mais um jantar delicioso (só sucesso os restaurantes daqui), voltamos à Praça Vermelha para ter a experiência noturna. De cair o queixo! Tô encantada.

Moscou: a última parada das férias

Chegamos em Moscou, um lugar que eu nunca pensei em visitar (muito por causa do frio!) e já está me encantando.

Moscou é uma cidade grande, enorme, e tem uma região central bem interessante.

O apartamento do Gustavo e da Adriana é extremamente bem localizado, a passos de distância da Praça Vermelha que agrega edifícios suntuosos e de beleza estonteante, ou seja, turismo com esforço zero, rs.

Passamos nosso primeiro dia passeando pelas redondezas, guiados pela Adriana que além de excelente guia, é uma anfitriã nota dez 🙂 Tratamento 5 estrelas.

Os russos não são muito bem humorados e também não são adeptos ao uso de desodorante, entretanto, um fato curioso que notamos ainda em Saint Petersburg é o hábito de levantarem e darem o lugar no metrô para qualquer criança. Não sei se fazem o mesmo com grávidas e idosos, mas basta avistarem uma criança que se levantam imediatamente e s você agradece e diz que não precisa, eles insistem e não se sentam novamente em hipótese nenhuma. Você não tem alternativa, a não ser colocar os filhos sentados no lugar gentilmente cedido, rs.

Os parques e jardins são muitíssimo bem cuidados e guardados. A polícia está sempre a postos e a um apito de distância de qualquer criança pulando uma cerquinha (Nicky que o diga, rs).

Não se vê pichação em parte alguma, a não ser num pedaço de muro que chamam de John Lennon Wall (tinha uma dessa em Praga também). A ordem e o respeito ao patrimônio parecem prevalecer por aqui.

Fiquei completamente encantada com a Catedral de São Basílio. Nunca vi coisa tão lindamente diferente. Parece um castelo de doces, ou o palácio de Aladin, rs. Dá vontade de passar por ela várias vezes ao dia, todos os dias.

Tudo na praça vermelha é lindo.

A noite é cheia de vida. Artistas de rua pipocam aqui e ali, os bares e restaurantes sempre cheios. Definitivamente, a vida noturna aqui causa, rs – mas tudo muito organizado, a polícia está em toda parte (pelo menos dessa região mais central).

O contraste do dia ficou por conta do passeio pela old Arbat Street e a New Arbat Avenue.  Muito embora meu coração de derreta pelas ruas antigas e seus edifícios históricos, não há como não soltar um wow caminhando pela larga avenida nova com seus edifícios iluminados e a night bombando.

Nosso primeiro dia em Moscou foi só sucesso. O que vier daqui pra frente é lucro 😉

Pé na estrada novamente

Acordamos, fechamos as malas e colocamos o pé na estrada, dessa vez rumo ao aeroporto de Praga, onde pegamos nosso vôo de volta para Moscou, onde ficaremos até dia 18.
Antes de deixarmos Wiesentheid, demos uma voltinha pelo parque da cidade que, como tudo ali, também é uma gracinha. 

No meio do caminho, fizemos um breve pipi stop em Nabburg, uma micro cidadela, para os meninos visitarem o banheiro. Sério, ainda vou fazer o mapeamento dos banheiros dos lugares por onde passarmos, porque não são pouco, não, viu? Eu, claro, não conheço quase nenhum. Ir ao banheiro fora de casa só em caso de suprema emergência, rs

Nabburg foi nossa última parada em solo alemão. Nosso almoço foi em Pilsen, que fica a uma hora do aeroporto de Praga. Não tava levando muita fé na cidade, mas me surpreendi. Que gracinha, viu? Fiquei com pena de não termos passado um dia inteiro lá. Mais uma parada para nossa próxima ida à República Tcheca.

Ah, o restaurante, apesar de não estar rankeado no Foursquare, foi ótimo! A comida estava uma delícia e a limonada com framboesas e baunilha (caseira) estava divina. Cinco estrelinhas pro Lê Bistrot. 
Uma coisa que achei incrível tanto na Republica Tcheca como na Alemanha foram as estradas: todas excelentes, com trânsito praticamente inexistente e, atenção, sem um pedágio pra contar história. Zero. None. Como pode? 
A viagem foi super tranquila, assim como nossa passagem pelo aeroporto. À República Tcheca entrou pra minha lista de países favoritos, por vários motivos: linda, organizada, descomplicada, barata… Voltaremos com certeza!
Agora estamos no avião: Nickito jogando PSVITA, vivi assistindo desenho e marido house of cards, enquanto eu atualizo o blog. Sou dessas, prefiro mil vezes escrever a assistir séries, filmes e afins. Pelo menos no avião. 
Chegaremos em Moscou tarde da noite, então muito provavelmente, amanhã a galera vai acordar mais tarde. 
Estou curiosa para saber como serão esses dias russos, mesmo estando bem cansada e pronta pra voltar pra casa, ainda há uma parte de mim que quer continuar passeando 🙂

O último dia na Bavária 

E no último dia na Alemanha, eles descansaram. 
Olha, nunca imaginei que um dia eu fosse dizer isso, mas essa viagem está durando mais que a minha bateria, rs. Já não estou mais com aquele pique do início, de sair e passar o dia inteiro passeando e no dia seguinte estar pronta pra mais passeio. 
Claro que também tem o fator tempo marromeno, né? Porque se tivesse fazendo dias lindos de céu azul, a energia se renovaria mais facilmente, mas esses dias lusco-fusco, de chuva aqui e ali acabam contribuindo para o clima de fim de festa. 
Hoje acordei cedo, chequei o weather e voltei a dormir. Não dá pra acordar os meninos cedo para pegar a estrada e passear na chuva, né?
Então, Bad Windsheim e Mespelbrunn vão ficar pra próxima, porque hoje vamos ficar por aqui chilling, porque amanhã pegamos 4 horas de estrada para pegar o avião em Praga para Moscou, que será nossa última parada dessas linhas férias (tão longas que tá dando até uma preguicinha de ir ao Brasil no fim do ano, rs).
Eu, que estava super insegura com essas férias, estou adotando cada minuto. Acho que até agora, a parada menos exciting foi Berlim que, na minha humilde opinião é apenas uma cidade grande de primeiro mundo, sem nada muito especial ou peculiar, a não ser o fato de você encontrar pessoas peladas tomando sol nos parques, rs
Sinto que se tivéssemos ido para Munique em vez de Berlim, eu teria sido muito mais feliz, mas Munique ficou para a próxima. 
Com ou sem Berlim, gostei demais da Alemanha, muito mais do que imaginei que pudesse gostar. Certamente voltaremos, para uma nova road trip 😉
PS. O desafio será acabar com toda a comida que compramos para a semana rsrs

Atualização do fim do dia:

1- mesmo com chuva, acabamos saindo de casa. Pegamos carts e bicicleta e fomos passear numa pequena trilha no meio do mato de baixo da chuva aqui pertinho. Adorei! Super entrei no túnel do tempo e fui parar na minha infância quando eu adorava sair de casa pra brincar na chuva, especialmente quando estava na fazenda. Esses são os momentos que geram as mais gostosas lembranças, sem dúvida! Se você, quando criança, nunca saiu pra brincar na chuva, tomar banho de baixo da canaleta, correr na lama… faça isso com seus filhos. E se vc fez muito isso quando criança, faça novamente com seus filhos 🙂 

2- fomos jantar em Kitzingen, uma cidade a 20 minutos daqui e, adivinhe? Estacionamos o carro e andando pela rua, brigando com o Vivi que estava dando respostinhas malcriadas, esbarramos com uma brasileira, moradora de Kitzingen há quase um ano. Aí eu te pergunto: what are the odds??? 

Batemos papo ao longo da rua e, por fim, ela nos indicou um restaurante para jantarmos, que por sinal foi ótimo. Engraçados os acasos da vida, né? 

Antes de nos despedirmos, trocamos facebook, porque we never know… vai que acaso não existe? 😉

Nuremberg

Hoje saímos de casa já passava do meio-dia. Os meninos têm acordado cada vez mais tarde, o que é completamente compreensível, já que essas férias estão especialmente longas. 
Temos escolhido nosso destino no dia, de acordo com o weather: a gente checa como está o tempo nas cidades que queremos visitar e segue para aquela que não estiver com previsão de chuva, porque já tivemos nossa cota de turismo molhado em Berlim.


Nuremberg é uma cidade média que apesar de não ter o charme característicos das cidadelas dos contos de fadas, parece perfeita para se morar. 


Passemos pela área turística no centro, caminhamos ao longo do muro, fomos ao castelo e fizemos a rota histórica. No fim do dia, o céu resolveu abrir e nos presentear com o solzinho do fim de tarde, o que é sempre um bônus 🙂


Para aproveitar aquele climinha de fim de tarde, sentamos num café de frente para a praça, pedimos sorvetes e um delicioso chai latte – fazia tempo que não tomava um tão gostoso. 


Encerramos o dia jantando num Thai super gostoso (dica do Foursquare), totalmente fora da rota turística. Por que num Thai? Ah, por vários motivos:

1- estamos cansados de comida alemã;

2- estamos cansados de comida italiana (tem muuuuito restaurante italiano aqui, impressionante)

3- Nickito, além de ser meu companheiro de retratos, agora também virou fã da Thai cuisine 😉

4- avaliação no Foursquare estava excelente
Se você gosta de Thai e vai à Nuremberg, Anota aí: Thai Food II
O esquema é um pouco diferente (você entra, faz o seu pedido é eles levam pra você), mas o serviço é rápido, a comida e preparada na hora e o prato é super bem servido e muito gostoso.
Agora vou ali postar as fotos do dia no Instagram e depois cama. Zzzzzz

Rothenburg ob der Tauber: a perfeição 

Rothenburg odT sempre esteve no topo da minha lista desde que decidimos que viríamos à Alemanha. Foi amor à primeira foto e confirmação à primeira vista 🙂

A cidade parece saída de um livro de conto de fadas, daquele que você tem vontade de mergulhar dentro, sabe? Gostei tanto que preciso voltar, não desta vez, mas numa próxima, para passar a semana lá. Sou dessas. Para mim, os atrativos de uma cidade não estão relacionados ao quão grande ela é. Quando muito, seria o contrário disso. Geralmente, me apaixono pelas cidades à primeira vista e ao longo da visita vou consolidando o amor, a cada suspiro que dou. Perdi as contas de quantos suspirou dei em Rothenburg. 


Nós, definitivamente, não somos os turístas típicos, não andamos de mochila nas costas, não fazemos os passeios guiados, não entramos nas atrações mais populares e não vamos aos restaurantes no epicentro turístico. Nós gostamos de caminhar pelas cidades fazendo escolhas aleatórias que mesmo quando “não dão certo” nos permitem ter uma experiência singular do lugar. Não tô dizendo que não vamos aos lugares de interesse, vamos sim, mas do nosso jeito, sem compromisso de riscar itens da lista. Gosto da organic idade das escolhas aleatórias que são muito mais possíveis em cidades como essa do que naquelas como Berlim. 


Foi uma delicia visitar Rothenburg e percorre suas ruas que, a cada esquina, nos presentevam com cenários de tirar o fôlego.
PS. Provamos um doce típico da cidade/região, chamado Schneeballen, uma bola doce gigante feita de pastry. Provei porque eu gosto de provar coisas diferentes ou tradicionais da região, mas nenhum de nós gostou! Pedimos 3 sabores diferentes e até agora sinto enjôo quando lembro do gosto. Ou seja, ingeri um glúten completamente em vão 😦

Na trilha

Acho que já contei que alugamos uma casinha no campo aqui na Bavária, certo? 

Fizemos isso por três motivos: 

1- não gostamos de ficar pipocando de hotel em hotel, preferimos ter um pouso fixo por uma semana, uma base confortável, pra onde possamos voltar e nos sentir em casa, após o dia fora, por isso sempre escolhemos lugares cercados de cidades de interesse;


2- para dar um break pros meninos. Em lugares como esse, eles podem correr, pular, andar de bicicleta, ir à piscina… antes de sairmos ou até mesmo quando voltamos pra casa; 


3- para dias como hoje, quando a gente prefere curtir a vida local, fazer uma caminhada, um churrasquinho no quintal… 

Hoje o dia foi assim, saímos sem pressa para uma trilha no meio do mato, passamos por um campo de girassóis maravilhoso e ainda encontramos uma quadra de basquete (para a alegria do Vivi) no meio da plantação de trigo. 


No fim do dia, jantamos num mexicano em Wiesentheid, onde éramos os únicos não alemães, claro 😉