Havia uma Dresden (linda) no meio do caminho

Saímos de Praga já passava das 11 da manhã, em menos de duas horas estávamos em Dresden, onde paramos para almoçar e dar uma volta pela cidade, volta essa que durou assim umas 5 ou 6 horas. Sério, já nem sinto mais o tempo passar. Minhas pernas já se acostumaram com as andanças e nem reclamam mais. Quem também já nem reclama (muito) mais são as crianças. E olha que eles têm as perninhas bem mais curtas rs

Nosso almoço foi bem gostosinho e ainda teve a cervejinha do bolo: a experiência de lidar com um garçom tipicamente alemão, e quando digo tipicamente alemão não estou me referindo às vestes Oktoberfestiamas hahaha, me refiro ao jeitão meio grosso, ops, direto. Cada vez que ele passava na mesa para perguntar se tava tudo bem, me dava medo, e vontade de me desculpar por qualquer coisa. Sei lá, vai que? Rsrs

Começou com ele falando conosco em alemão e a gente dizendo que não falava a língua, ao que ele respondeu: ah, vcs falam inglês, né? (Com um ar meio bravo meio irônico). O tempo passou, fizemos nosso pedido, almoçamos, pedimos sobremesas e a conta. Na hora de pagar, pedimos para adicionar a gorjeta ao cartão, porque ainda estávamos sem cash. Como num passe de mágica o gelo foi quebrado rs o rapaz se abriu em sorrisos e começou a conversar: 

– vocês são americanos?

– Nao, brasileiros.

– Mas vcs moram nos Estados Unidos?

– Não

(Deve ter estranhado porque os meninos estavam falando em inglês rs)

– ah então tá explicado! Porque americano nunca dá gorjeta…. EU ODEIO AMERICANOS! Eles acham que tem o rei na barriga. 

(E seguiu falando mal dos estadunidenses, rs) 
Vivi (que é americano) ficou incomodado com o preconceito e depois comentou: “aquele cara é racist, né?” Rsrs 


Explicamos pra ele que os americanos não tem a melhor imagem, que é muito melhor ele dizer que é brasileiro, rs (a menos que esteja na flórida, onde brasileiro tem fama de bagunceiro e sem educação, ou na Argentina, porque né?! :P)

Passado o episódio do almoço fomos passear. E passeamos direitinho, viu? Dresden é uma gracinha e definitivamente vale um retorno. 


Em tempo: morar na Coréia nos faz apreciar coisas que facilmente psssariam despercebidas, tais como entrar em restaurantes com comidas ocidentais “normais” e ir ao mercado, onde os astros principais não são os noodles e os peixes secos.

Em tempo 2: nosso airbnb de Berlin é uma furada. Fui deixar o marido escolher e deu nisso. Ficaremos praticamente acampados numa micro casinha de madeira por 6 noites. Dureza viu? 

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