O último dia na Czechia: choveu

Ô sorte, viu? Acordamos com uma chuva torrencial que promete durar o dia inteiro. Chuva boa, daquelas grossas e intensas, sabe? Daquelas que não te permitem ir até a esquina sem guarda-chuva, muito menos passear pelas ruas da cidade. Ou seja, estamos reféns, presos em casa. Quando muito, podemos pegar o carro e ir ao shopping. Fazer o que eu não sei. 
Mas olhemos pelo lado positivo: podemos descansar, fazer a laundry e get ready para a próxima parada. Ah, e posso também terminar de escrever os posts sobre nossos dias de férias até aqui 😛

Amanhã colocaremos o pé na estrada cedinho em direção à Berlin, se tudo der certo, fazendo uma parada estratégica em Dresden. 
Só espero que não chova mais durante essas nossas férias. Amém!
Atualização: e não é que resolvemos encarar a chuva e aproitar nosso último dia tcheco molhado mesmo?! Saímos de casa sem lenço, documento nem guarda-chuva e sabe de uma coisa? Foi ótimo! Mesmo morrendo de frio. Porque só trouxe roupa de verão, foi muito gostoso o nosso passeio ao castelo de Praga. Até presenciamos os ladrões da fonte dos desejos em ação, rsrs 


As ruas do castelo já estavam vazias no fim do dia e a dupla de meliantes não se intimidou com nossa singela presença: lançaram seu ímã caça-níqueis na fonte e cataram todas as moedinhas que os turistas lançaram fazendo seus desejos. 
Vivi ficou chocado. Nickito, intrigado com os “malvados”. “Esses desejos não vão ser atendidos, né, mamãe? Será que tem ladrão na fonte do outro castelo, onde eu fiz meu desejo?” 

Expliquei que lá não tinha ladrão de fonte e que o desejo dele estava seguro. Acho que ele acreditou, rs. Mas ó, por pouco os ladroes de desejos não destruíram essa fantasia infantil. Ufa!

Anyway, agora sim chegamos ao fim da nossa estada Tcheca e, cá entre nós, estou bem feliz com todas nossas escolhas de passeios e também com a região em que ficamos (em Praga 4), que foi simplesmente perfeita. Tudo muito acessível, muito fácil. Uma área residencial antiguinha lindinha que nos permitiu aquela sensação maravilhosa de estar em casa, de realmente experimentar a vida local. 
Só digo uma coisa: dificilmente a experiência alemã vai superar a tcheca. 

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