Um pulinho em Ipanema :P

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Ontem foi deia de almoço em restaurante Brasileiro!

Fomos ao Ipanema Grill, uma churrascaria que serve o autêntico churrasco do Sul -com um toque coreano 🙂

O restaurante pertence a dois amigos brasileiros que vieram do interior de Santa Catarina e daqui não saem mais. Trabalham duro, o restaurante abre de segunda à segunda, mas estão muitíssimos satisfeitos. Também, pudera, o Ipanema Grill, com apenas 5 meses de vida, é um sucesso retumbante, vive cheio.

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Arrozinho, feijãozinho, farofinha, molho à campanha (ou vinagrete, se preferir) e outras coisinhas como saladinha verde com molho rosa adocicado, purê de batata frio (coisa de coreano, rs), picles (tem que ter uma coisinha picante, né?) e um outra conserva que já comi em diversos restaurantes coreanos, mas ainda não consegui identificar o que é, rs

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Mas, claro, como em todo churrasco, a estrela foi a carne. As carnes! Ai que delícia! Nós adoramos, os meninos adoraram. Vivi gostou tanto que não conseguia parar de comer e enquanto comia, dizia assim: “adorei este restaurante! quero vir aqui todos os dias!”

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Nick também não ficou pr trás e comeu feito gente grande. Tivemos um belíssimo almoço!

Tudo muito gostosinho, muito bem feitinho e bem servido. Sem falar que os donos são super simpáticos. Senti falta da banana frita, da batata frita e do pãozinho de queijo, confesso, mas estava tudo tão gostoso que só fui  notar no final 🙂

O almoço foi tão gostosinho, que hoje de manhã o Nick perguntou: quando e que a gente vai ao Brasil novamente?

Papai Mauricio: ano que vem.

Nickito: ano que vem???? Por quê???

Papai Mauricio: porque temos que nos planejar, né, Nick?

Nickito: mas é só um restaurante!

Papai, Mauricio: ahhhhh, você quer voltar ao restaurante! rsrsr Podemos voltar na semana que vem 🙂

E assim, um dia comendo um brunch australiano, no outro churrasco brasileiro, a gente vai levando 😉


Depois do almoço, demos uma voltinha básica por Sinchon, para ajudar na digestão 😛

Da série: coisas que me fazem feliz

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Se você me perguntar, assim de supetão o que eu mais gosto de fazer, vou dizer: viajar! Ir à praia! Comer! Mas é tudo mentira, eu gosto mesmo é de registrar os momentos, não só na memória, como também com o auxílio de uma câmera. Mentira novamente, o que me dá mais prazer mesmo, pra valer é relembrar, rever os momentos de prazer. Então, cada viagem, cada ida à praia, cada prato delicioso precisa ser registrado para que mais tarde eu possa desfrutar de momentos de pura alegria, revivendo tudo através de fotos e filminhos.

Não é atoa que temos uma coleção de álbuns de família com fotos impressas, sim, álbuns analógicos, reais e palpáveis que não só eu, mas os meninos adoram folhear.

Infelizmente, faz 4 anos que não consigo me organizar para imprimir minhas mil fotos anuais (sim, costumavam ser cerca de mil por ano). Desde julho de 2012 que não imprimo fotos, que não alimento álbuns. Mentira (hoje eu tô que tô mentirosa, rs), sigo imprimindo as fotos do Instagram todos os anos. Mas não é a mesma coisa. Estas ficam espalhadas, fora de ordem, num porta-retrato aqui, noutro ali, fazendo um mosaico acolá. Gosto mesmo é de vê-las organizadinhas, por data, em álbuns etiquetados. Não chego ao preciosismo dos meus pais que datilografavam (isso aí, datilografavam) cada legenda, de cada foto em papel fino com nomes, dia, mês, ano, lugar/situação, recortavam e com pinça colocavam nos álbuns, abaixo das respectivas fotos. Não vou dizer que é um trabalho danado, porque quero acreditar que faziam como hobby. Daqueles hobbies que a gente tem sem saber que tem, sabe? E, claro, foi deles que peguei o gosto por tirar retratos, registrar momentos, guardar dentinhos de leite e primeiros cortes de cabelos. Aliás, foi do meu pai que é um guardador profissional, rs, que herdei o gem acumulador de lembranças, que muito me atrapalha na hora de mudar de casa (e de país), porque vocês não sabem o parto que é para eu jogar fora um rabisco dos meninos. Vejo poesia em tudo 🙂

E se você acha que este post não tem nada a ver com minha vida coreana é porque ainda não viu a quantidade de fotos que já tenho daqui, mesmo quase não tendo passeado, mesmo não tendo ido a nenhum ponto turístico, ou atração especial. Afinal, sou uma colecionadora de memórias do dia a dia e isso fica muito claro quando o Google photos me mostra fotos daquele mesmo dia só que há anos. E, vendo, eu quase choro… de saudade, de emoção, de satisfação.

Minha estante que me aguarde, porque até o final deste ano, ela receberá mais umas 4 mil fotos de presente 🙂


Em tempo: quer saber porque eu parei de imprimir fotos? Tristeza. Tristeza porque ter perdido um HD externo inteirinho com milhares de fotos, incluindo registros de dois aniversários dos meninos e nossa viagem à Tailândia. Ter lacunas nos álbuns, me deixa triste. Mas quer saber? Vou superar isso, tá decidido!

Sonhos que se repetem

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Pausa na Minha Vida Coreana para um post nada a ver, mas que me intriga: sonhos repetidos.

Há situações que se repetem nos meus sonhos. Não é que o sonho seja exatamente igual, mas a situação é a mesma. A frequência desses sonhos é tão grande que, às vezes, no próprio sonho penso: será que tô sonhando?

O situação que se repete há mais tempo é não conseguir submergir. Sempre que estou nadando, não consigo afundar a cabeça que teima em ficar à superfície, como se fosse um balão de ar. Esta me acompanha há muito e muitos anos, acho que desde os tempos de colégio.

Outra situação corriqueira em meus sonhos é o que eu chamo de “tá fundo, tá raso” – como se eu tivesse uma perna mais curta que a outra, ou um salto mais baixo que o outro. O pior é que estou sempre numa passarela, desfilando. Pesadelo que me acompanha desde os tempos de faculdade.

A terceira e mais recente, não sei ao certo quando começou, mas acho que não faz mais do que 3 ou 4 anos. Esta é a mais frustrante de todas: no meu sonho, eu que sou super dura acordada, rs, exibo uma flexibilidade de fazer inveja. De pé, toco o chão com a palma das mãos sem dobrar os joelhos e ainda encostando a cabeça nestes. Desta última vez, juro, no sonho, cheguei a pensar: “Não é possível, como, da noite pro dia, eu fiquei assim flexível?? Milagre? Parece que tô sonhando!” E estava mesmo, rs, acordei imediatamente após a surpresa. Que tristeza.

Enfim, era isso. Só queria mesmo deixar meus sonhos repetidos registrados aqui. No próximo post, voltarei à programação normal 🙂