Da série: coisas que me fazem feliz

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Se você me perguntar, assim de supetão o que eu mais gosto de fazer, vou dizer: viajar! Ir à praia! Comer! Mas é tudo mentira, eu gosto mesmo é de registrar os momentos, não só na memória, como também com o auxílio de uma câmera. Mentira novamente, o que me dá mais prazer mesmo, pra valer é relembrar, rever os momentos de prazer. Então, cada viagem, cada ida à praia, cada prato delicioso precisa ser registrado para que mais tarde eu possa desfrutar de momentos de pura alegria, revivendo tudo através de fotos e filminhos.

Não é atoa que temos uma coleção de álbuns de família com fotos impressas, sim, álbuns analógicos, reais e palpáveis que não só eu, mas os meninos adoram folhear.

Infelizmente, faz 4 anos que não consigo me organizar para imprimir minhas mil fotos anuais (sim, costumavam ser cerca de mil por ano). Desde julho de 2012 que não imprimo fotos, que não alimento álbuns. Mentira (hoje eu tô que tô mentirosa, rs), sigo imprimindo as fotos do Instagram todos os anos. Mas não é a mesma coisa. Estas ficam espalhadas, fora de ordem, num porta-retrato aqui, noutro ali, fazendo um mosaico acolá. Gosto mesmo é de vê-las organizadinhas, por data, em álbuns etiquetados. Não chego ao preciosismo dos meus pais que datilografavam (isso aí, datilografavam) cada legenda, de cada foto em papel fino com nomes, dia, mês, ano, lugar/situação, recortavam e com pinça colocavam nos álbuns, abaixo das respectivas fotos. Não vou dizer que é um trabalho danado, porque quero acreditar que faziam como hobby. Daqueles hobbies que a gente tem sem saber que tem, sabe? E, claro, foi deles que peguei o gosto por tirar retratos, registrar momentos, guardar dentinhos de leite e primeiros cortes de cabelos. Aliás, foi do meu pai que é um guardador profissional, rs, que herdei o gem acumulador de lembranças, que muito me atrapalha na hora de mudar de casa (e de país), porque vocês não sabem o parto que é para eu jogar fora um rabisco dos meninos. Vejo poesia em tudo 🙂

E se você acha que este post não tem nada a ver com minha vida coreana é porque ainda não viu a quantidade de fotos que já tenho daqui, mesmo quase não tendo passeado, mesmo não tendo ido a nenhum ponto turístico, ou atração especial. Afinal, sou uma colecionadora de memórias do dia a dia e isso fica muito claro quando o Google photos me mostra fotos daquele mesmo dia só que há anos. E, vendo, eu quase choro… de saudade, de emoção, de satisfação.

Minha estante que me aguarde, porque até o final deste ano, ela receberá mais umas 4 mil fotos de presente 🙂


Em tempo: quer saber porque eu parei de imprimir fotos? Tristeza. Tristeza porque ter perdido um HD externo inteirinho com milhares de fotos, incluindo registros de dois aniversários dos meninos e nossa viagem à Tailândia. Ter lacunas nos álbuns, me deixa triste. Mas quer saber? Vou superar isso, tá decidido!

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